Ano bissexto

Quem já viu o doodle de hoje já sabe que o Google está homenageando o compositor italiano de música erudita Gioachino Rossini. O autor da ópera “O Berbeiro de Sevilha” faria hoje 220 anos.

A homenagem também é uma forma bacana de lembramos do dia 29 de fevereiro, que só acontece em ano bissexto, que acontece a cada quatro anos. Isso porque é preciso sincronizar o calendário com o tempo de translação solar — que dura, na verdade, 365 dias e quase seis horas (5h48m46s).

Há mais de 2.220 anos, os egípcios de Alexandria tiveram a ideia de, a cada quatro anos, adicionar um dia a mais ao calendário, para compensar as seis horas restantes. É só fazer as contas: 6 horas do 1º ano + 6 horas do 2º + 6 horas do 3º + 6 horas do 4º ano = 24 horas.

Então, aproveitem bem a quarta-feira, pois o próximo 29 de fevereiro só daqui quatro anos!

Sabão sustentável

Ontem, os alunos ensino fundamental II, lá da serra, aprenderam a fazer sabão com óleo de cozinha. Hoje é a vez do pessoal do ensino médio participar da Oficina de Sabão Sustentável. A receita é do site da eCycle, que também tem outras informações muito úteis sobre reciclagem e consumo sustentável.

Ingredientes
- 2 litros de óleo de cozinha usado;
- 350 mililitros de água;
- 350 miligramas de soda cáustica em escamas;
- 100 mililitros de amaciante (opcional) ou 10 mililitros de essência de sua preferência;
- 50 mililitros de álcool (opcional);
- 1 bandeja de plástico resistente;
- 1 colher de pau;
- 1 par de luvas para lavar louças;
- 1 máscara descartável;
- 1 balde.

MUITO IMPORTANTE: A primeira coisa a fazer é colocar a máscara e as luvas, pois a soda cáustica é altamente corrosiva. Vamos ao passo a passo, com fotos do Diego Menezes.

Modo de preparo
1 – Esquente a água (no fogão ou no micro-ondas) até que ela fique morna. Em seguida, despeje-a no balde e coloque a soda cáustica no mesmo recipiente. Mexa com a colher de pau até diluir (demora uns cinco minutos).

2 – Depois de retirar as impurezas do óleo com a ajuda de uma peneira, coloque-o dentro do balde.

3 – Mexa por 20 minutos. A mistura ficará quente devido às reações químicas.

4 – Despeje o líquido amaciante e continue mexendo por mais dez minutos.

5 – Coloque o álcool (três tampinhas são suficientes) e mexa bem por dez minutos para que a mistura não empelote. Depois, coloque tudo na bandeja de plástico. Na escola, nós vamos usar embalagens de leite longa-vida.

Depois de dois dias, a mistura ficará assim.

A última etapa é cortar o tablete em pedaços. Se, mesmo com a receita, vocês não quiserem fazer seu próprio sabão, procurem postos que recebem óleo usado na seção Postos de Reciclagem da eCycle. Em Mogi, esxistem postos de coleta em supermecados ou na Biobrás, na ilha Marabá.

28/02
Fotos soro caseiro

A galera do 2ºA fez hoje, durante a aula da professora Audrey, de Química, um soro caseiro.

O soro é resultado de um trabalho sobre misturas homogêneas e heterogêneas. Os alunos fizeram uma pesquisa sobre a solubilidade, a importância e a produção do soro caseiro.

As fotos dos alunos estão todos no Flickr do Raízes.

Vulcões que nunca dormem

Se, na antiguidade, o monte Etna, no sul da Itália, despertava medo por ser considerado a casa do deus Vulcano – o ferreiro feio e mal-humorado do Olimpo -, hoje ele continua dando muito medo aos moradores da Sicília.

Isso porque, apesar da sua “idade”, o Etna é o maior e mais ativo vulcão da Europa. Se despertar, pode colocar em risco a vida dos 5 mil habitantes da cidade de Nicolosi.

Bom, se você está no 1º ano, já deve estar por dentro do assunto vulcões. Mas, para quem ainda está meio por fora, o professor Fabio, de Geografia, deu a dica da série de documentários “Terra: O Poder do Planeta”, produzida pela BBC. O primeiro episódio fala justamente sobre os vulcões.

Pesquisadores avaliam que existem atualmente entre 500 e 700 vulcões ativos no planeta. Mesmo os considerados inativos podem voltar a entrar em erupção a qualquer momento. É muito vulcão, não?

No Portal COC Educação, há mais informações sobre o tema, inclusive uma lista com os maiores vulcões do planeta.

27/02
Dever cumprido!

Nas últimas três semanas, vocês acompanharam aqui no blog as histórias e expectativas dos alunos do Colégio Raízes que conquistaram ótimos resultados nas principais instituições de ensino superior do país.

Cinco dos nossos alunos optaram por cursos de Engenharia: a Carolina Marques já está em Lorena para estudar Engenharia Ambiental na USP; a Nádia Ribeiro foi para Campinas, cursar Engenharia Agrícola na Unicamp; a Juliana Kotake e a Bruna Moraes escolheram Engenharia de Alimentos, no campus de Pirassununga, na USP; e o Kevin Setio vai fazer Engenharia Elétrica, na Unesp.

Na área de informática, o Eric Inui vai estava matriculado para estudar Sistemas de Informação na USP, porém, ele também passou em Ciências da Computação na Unicamp, e decidiu ir para Campinas. Já o Caio Matsumoto vai estudar Ciências da Computação na Unesp. Outros dois alunos do Raízes que seguiram para a USP são a Evelise de Melo, que vai estudar Letras, e o Felipe Garcia, que optou por Marketing.

A Carla Maziero foi para Santos, estudar Fisioterapia na Unifesp, e o Marcelo Honda foi lá para o Rio Grande, para estudar Oceanologia na Furg. Depois que o blog conversou com toda essa galera, soubemos que a Vitória Laranjeira também se deu bem, passando na Unicamp no curso de Estatística. Já a Vanessa Kaori Oshiro Ueda entrou no curso de Física Médica da USP.

Ao todo, tivemos 11 12 13 estudantes da turma de 2011 aprovados em universidades públicas. Com isso, o Raízes atingiu o índice de 20% 30% de aprovação, resultado do esforço e da dedicação de alunos, professores e de toda a equipe do Raízes, somados ao ensino forte da escola.

Além dessa galera, mais duas alunas da turma de 2010 foram muito bem no vestibular: a Débora Hara e a Heloisa Padija, que passaram no curso de Marketing da USP. Mais uma vez, parabéns a todos que participaram dessas conquistas e muito sucesso a todos os alunos!

PS: Atualizado segunda-feira (19/3), às 11h29.

Portal COC Educação

No site do Portal COC Educação, vocês não têm acesso apenas aos resultados dos simulados aplicados na escola, mas também a uma série de dicas de estudos.

Depois de conversar com os alunos da turma de 2011 que tiveram bons resultados no vestibular, demos uma olhada no ambiente virtual e escolhemos algumas ferramentas que podem fazer muita diferença para quem está se preparando para as provas.

Por exemplo, os simulados, que são muito bons para termos uma noção de como funciona o vestibular. No portal, vocês podem fazer os simulados e estudar do seu jeito, escolhendo os vestibulares, as disciplinas e o número de perguntas que quer responder.

Outra área bacana é o hotsite do COC Pró-Enem. O Marcelo Honda vai estudar Oceanologia na Furg graças ao desempenho que teve no Exame Nacional do Ensino Médio. No hotsite, vocês encontram vídeo-aulas referentes ao conteúdo do Enem para assistir no horário que quiser.

O portal tem ainda a lista de livros obrigatórios, revisão de literatura, inglês para vestibulares, informativos, vestibulares comentados e até um guia de faculdades.

24/02
Juliana Kotake conquista vaga na USP

Juliana Yurie Kotake, de 17 anos, conquistou uma vaga no curso de Engenharia de Alimentos na USP. Ela faz parte da turma do Raízes que se formou em 2011.

Apesar do ótimo resultado, ela vai continuar a estudar para o vestibular em 2012, pois ainda está indecisa sobre a carreira que quer seguir.

“Engenharia de Alimentos é muito específico, por isso, vou tentar Engenharia Química, que é um curso mais amplo, poderei trabalhar em várias indústrias. Depois, é só partir para as especializações”.

Nossa aluna ficou muito feliz com o resultado e avaliou que essa experiência foi boa para avaliar seus conhecimentos. “Tive uma boa base no Raízes”. Olha só o que ela conversou com o blog:

Você ainda está muito indecisa sobre a profissão?
Eu sempre me identifiquei mais com exatas, então não tenho dúvidas que fui para a área certa. Gostei da proposta do curso de Engenharia de Alimentos depois que fui à feira da USP e conversei com uma profissional da área. Mas vou tentar Engenharia Química para ter mais opções no mercado de trabalho.

Como você se preparou para o vestibular?
Não tem muito segredo. É só deixar a preguiça de lado e estudar. No primeiro ano do ensino médio, senti algumas dificuldades, pois cheguei ao Raízes de outra escola. No terceirão, comecei a pensar mais nas carreiras e corri atrás dos estudos também. Aproveitei muito as aulas de atualidades, os plantões de dúvidas, as dicas dos professores e os exercícios das provas de vestibulares passados.

O que foi oferecido no Raízes que você considera um diferencial?
Os professores, que têm muita experiência e conseguem passar esse conhecimento para a gente. O material do COC também é bem completo. Tanto que não recorri a outros materiais para estudar para o vestibular.

Foi difícil controlar o nervosismo?
Na prova da Fuvest não fiquei muito preocupada. Mas, na Unicamp, fiquei um pouco aflita. Enfim, depois dessa maratona de provas, foi muito bacana conseguir esse resultado.

Que dica você dá para quem vai fazer o vestibular esse ano?
Prestar atenção no conteúdo que será pedido nas provas e correr atrás do prejuízo, caso você sinta dificuldades em uma disciplina. Outro ponto que foi muito importante no meu caso foi ficar ligada nas notícias, no que está acontecendo agora. Na Fuvest, muitas perguntas eram sobre atualidades.

Oficina de Sabão Sustentável

Assim como o papel, o metal, o vidro, o plástico e vários materiais orgânicos, o óleo de cozinha também pode – e deve – ser reciclado.

Até porque, cada litro de óleo despejado no esgoto tem capacidade para poluir cerca de um milhão de litros de água.

Uma das formas de se reaproveitar o óleo de cozinha é fazendo sabão. No ano passado, durante o concurso cultural sobre o meio ambiente do Raízes, alguns alunos apresentaram ações para a reutilização do material, como o ganhador do concurso, Renato Paixão Soares de Souza, que gravou um vídeo mostrando como fazer o sabão em casa.

Para conscientizar mais alunos sobre essa questão, o Raízes fará uma Oficina de Sabão Sustentável na quarta-feira (29) com as turmas do ensino médio, durante o horário de aula.

Serão reutilizados os litros de óleo da cozinha da unidade da serra, que regularmente são levados para postos de coleta. “A ideia de fazermos o sabão com os alunos surgiu para que possamos conscientizá-los a respeito do descarte correto do óleo usado em casa”, contou a professora Amarilis, que já testou e aprovou a receita do sabão.

Além do óleo, também serão reutilizadas caixinhas de leite para a fabricação do sabão, que depois será dividido com os alunos.

Essa é apenas uma das formas de se reaproveitar o óleo. A professora Jéssica, de Educação Ambiental da serra, contou que, além da utilização do óleo para a fabricação de sabão, o material também pode ser enviado para pontos de coleta ou entidades que reutilizam o óleo na fabricação de tinta e biodisel.

23/02
Bruna Moraes passa em Engenharia de Alimentos na USP

Mostrar para o aluno a importância de se preparar para o vestibular. Para a estudante Bruna Alves de Moraes, de 17 anos, esse também é um dos papéis da escola.

“Tive muito incentivo no COC. Acredito que, além do ensino forte, essa preocupação faz muita diferença”.

Aluna do Raízes da turma de 2011, Bruna vai estudar Engenharia de Alimentos na USP, no campus de Pirassununga, um dos mais procurados da Fuvest.

“Foi muito bom ter estudado no Raízes, me senti realmente preparada. Vou sentir falta dos professores, dos amigos, dessa convivência”. Dá uma olhada no bate-papo que tivemos com a Bruna:

Por que você escolheu Engenharia de Alimentos?
Eu sempre gostei de assuntos ligados à alimentação e das disciplinas de Matemática, Biologia e Química. Quando fui para o ensino médio, primeiro pensei em fazer Engenharia Química. No segundo ano, também cogitei fazer Medicina e partir para a área de Endocrinologia. Acabei escolhendo Engenharia de Alimentos.

Como você se preparou para o vestibular?
Foquei nas provas dos vestibulares mais no terceirão. Montei um horário de estudos, pois fazia outros cursos também, como inglês e espanhol. Foi preciso estabelecer esses horários para eu não me atrapalhar.

E o nervosismo?
Com relação às provas, fiquei nervosa apenas na segunda fase da Unesp. Mas acho que essa ansiedade é mais difícil de ser controlada por conta das incertezas. Chegamos ao terceiro ano meio perdidos e já temos de tomar uma decisão tão importante como essa, de escolher uma carreira. Às vezes, batia uma insegurança sobre o mercado de trabalho, se vamos gostar do curso e o que fazer se não gostarmos.

Você chegou a se informar sobre o mercado na área que você escolheu?
Sim, por isso estou muito segura da minha escolha. Eu pretendo seguir minha carreira na parte de alimentos para diabéticos, pois minha avó tem a doença, ou na área de alimentos transgênicos.

Qual sua avaliação sobre o ensino no Raízes?
Os professores e o material são muito bons, não senti muitas dificuldades na hora de estudar. Mas o que eu considero fundamental é que a escola incentiva os alunos e também mostra que, se você não levar a sério essa preparação, vai ficar mais difícil de passar no vestibular.

E a expectativa de ir para Pirassununga?
Tenho uma amiga que mora lá e me convidou para morar numa república. Confesso que estou com um pouco de receio, porque é outra cidade, outra rotina, outras responsabilidades. Mas o jeito é se integrar com o pessoal, né?

Que dica você dá para quem vai fazer vestibular esse ano?
Focar no vestibular e levar a sério os estudos. Não adianta colocar outros interesses na frente da preparação para as provas, porque depois você se atrapalha com a correria de fim de ano.