27/04
Programas para o feriadão

Todo mundo já está em clima de feriado. Mas, para quem não pegou o caminho da praia e vai ficar os quatro dias de folga em casa, aqui vão algumas dicas de programas bacanas para curtir.

Uma boa pedida é aproveitar o que Sampa oferece, já que boa parte dos paulistas foi viajar e a cidade fica um pouco mais tranquila. No sábado (28), o Playcenter vai abrir suas portas para as últimas Noites do Terror (o parque vai encerrar suas atividades no dia 29 de julho).

Nessas Noites do Terror, haverá uma celebração dos 30 anos do disco “Thriller”, do Michael Jackson, com um “pocket show” de um sósia do cantor e vários zumbis. O parque abre aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 21h. Mais informações no site www.playcenter.com.br.

Para comemorar o Dia do Goleiro (26 de abril), o Museu do Futebol programou atrações especiais e gratuitas, que vão até domingo (28). Uma das atividades é o jogo “Qual goleiro sou eu?”, um jogo de tabuleiro com a participação dos visitantes.

Também tem um simulador de defesas que testa a habilidade dos visitantes em um jogo virtual. O museu fica na Praça Charles Miller, s/n, e os ingressos custam R$ 6. Mais informações no site www.museudofutebol.org.br.

Em Mogi, uma das opções é praticar atividades de esporte e lazer nos espaços da cidade. Os parques Centenário, em César de Souza, e o Centro Esportivo do Socorro funcionam até as 18 horas. O parque Botyra Camorim Gatti, no Centro Cívico, também estará aberto.

Quem gosta de espetáculos circenses pode aproveitar que o Circo Strapazzon chegou à cidade, com direito a globo da morte, malabarismo, números mágicos e palhaçadas. Tem até um balé de águas dançantes, inspirado em um espetáculo de Las Vegas. O picadeiro foi montado na Avenida João XXIII, próximo à Associação dos Servidores Municipais de Mogi, no Socorro, e os ingressos custam de R$ 10 a R$ 30.

Foto: Wanderley Costa

Outro programa bacana na região é curtir as emoções da partida de basquete entre Suzano e América de Rio Preto. O jogo, pelo Campeonato Paulista de Basquete, rola no sábado, às 18 horas, no Complexo Poliesportivo Paulo Portela, o Portelão, em Suzano. A entrada é gratuita.

 

 

Nos cinemas, a grande pedida é a estreia de “Os Vingadores”. O filme mostra a reunião dos heróis Homem de Ferro, Hulk, Thor, Capitão América, entre outros, para salvar o mundo de um desastre.

Na mesma pegada de ação e aventura, “Jogos Vorazes”, inspirado no livro de Suzanne Collins, se passa em um futuro apocalíptico, onde dois adolescentes precisam competir em um reality show de sobrevivência. O filme também está em cartaz.

 

Aproveitem o feriado, galera!

Ai se eu te leio

Pessoal, o projeto Ai se eu te leio foi cancelado por falta de adesão. A intenção do colégio ao propor essa ação foi a de ajudá-los com a leitura dos livros obrigatórios da Fuvest e da Unicamp.

Mas, mesmo com o cancelamento do projeto, continuaremos a incentivá-los, não só a ler a lista de títulos dos vestibulares, mas também a conhecer outros livros e a curtir o hábito da leitura, tanto aqui no blog, como na escola, certo?

Feriadão!

Como vocês já sabem, terça-feira, 1º de maio, é Dia do Trabalho. E, por se tratar de um feriado nacional, não haverá aula. Como o Raízes vai emendar a segunda (30), as aulas só voltam na quarta-feira (2).

Em outras palavras, vocês terão quatro dias de folga da escola, certo? Aproveitem muito esse feriado prolongado para repor as energias e se divertir!

Dica de filme do professor Fábio

Quem já assistiu ao filme “Assalto ao Banco Central”, produção brazuca dirigida por Marcos Paulo e lançada no ano passado? O professor Fábio, de Geografia, já viu e agora conta aqui no blog o que achou.

Assalto ao Banco Central

Seguindo a onda das produções nacionais para a telona, a película sobre o maior assalto a banco do país, ocorrido no Ceará, traz alguns elementos iniciados com “Tropa de Elite”: um retrato do Brasil, uma nova forma de vermos como as coisas funcionam no chamado “sistema”, denúncias sobre as formas de corrupção e como esta atua nos diferentes níveis e grupos sociais.

A narrativa se passa de maneira alternada entre o antes e o depois do assalto. O Banco Central do Ceará recebe as notas retiradas de circulação, assim, um bando resolve fazer uma grande retirada.

Para isso, alugam uma casa a alguns metros da agência, cavam um túnel e roubam R$ 1,6 milhão em notas de 50 antigas. No entanto, a história se perde em tramas paralelas e conflitos individuais, num enredo baseado em fatos reais.

Vou me explicar. Não sei de onde tiraram um engenheiro, cuja função é projetar o túnel, com um discurso socialista e que tenta disseminar no bando uma consciência de classe. Na certa tentando fazer acreditar que um pensamento anticapitalista é sem sentido, ultrapassado e é usado por ladrões sofisticados, em suma: a intenção é desqualificá-lo.

Há um personagem chamado “Mineiro” que, no momento da finalização do assalto, solta uma pérola: “nessas horas me dá orgulho de ser brasileiro”. Qual foi a intenção? Dizer que brasileiro é sinônimo de ladrão “esperrrrrto”? Sem contar que a fala é totalmente sem sentido no momento da conversa entre os parceiros de roubo, tornando a cena forçada.

Em suma, uma tentativa pretensiosa de ser um filme alternativo, esclarecedor, cheio de denúncias e análise do comportamento humano. Um trabalho medíocre recheado de pseudo intelectualismo. É isso!

26/04
Escritores digitais

Talvez vocês não tenham lido os livros da americana Amanda Hocking, mas já devem ter ouvido falar dela.

É que a Amanda já vendeu mais de um milhão de cópias de seus dez romances, que tratam de vampiros e zumbis.

Até aí, tudo bem. O detalhe é que ela conseguiu isso sem ter um contrato com uma editora. Amanda simplesmente colocou seus livros à disposição na internet pelo site da Amazon.

Nessa brincadeira de editar seus e-books e vendê-los por preços que vão de US$ 1 a US$ 3, Amanda já faturou US$ 2 milhões.

Mas ela não é a única escritora independente a decolar sua carreira sozinha na internet. H. P. Mallory, Joe Konrath e John Locke também aproveitaram as ferramentas de edição e publicação de e-books para vender seus livros. No site da revista Veja, há uma reportagem com alguns desses fenômenos da literatura digital independente.

Isso demonstra não só que mais pessoas estão em busca de e-books – pelos preços mais baixos e pela praticidade dos e-readers – mas também que a publicação de livros, de certa forma, está mais democrática.

Alguém aí se interessou em lançar suas ideias na net? Bom, a Amazon tem uma ferramente chamada Kindle Direct Publishing, que permite que qualquer pessoa escreva, publique e venda seu livro em formato digital para o Kindle.

O escritor pode fixar o preço das suas obras, mas se ele quiser ficar com a fatia máxima de direitos autorais prevista no acordo com a Amazon, que é de 70%, o valor de venda do livro deve ficar entre US$ 2,99 e US$ 9,99. Qualquer preço abaixo ou acima disso rende a metade dos royalties – 35%.

25/04
Bancos coloridos

Os bancos do pátio do Raízes já estão bem coloridos com a pintura que o terceirão está fazendo. Nesta quarta-feira (25), a galera retomou o trabalho, inspirado na arte pop.

Apesar de divertida, a pintura é um pouquinho demorada, pois, como a área dos bancos é grande, é preciso esperar uma tinta secar para passar outra, para não borrar.

Estamos ansiosos para ver a pintura pronta! As fotos desta quarta-feira já estão no Flickr.

Arte com maquiagem

Maquiagem não serve apenas para deixar a mulherada mais bonita. Ela serve também para fazer trabalhos artísticos. Foi isso que o pessoal do 1º e 2º ano aprendeu nesta quarta-feira (25), na aula da professora Amarilis.

O pessoal utilizou recortes de revistas e maquiagens para fazer os trabalhos. Para ver todas as fotos da aula de artes, é só acessar o Flickr do Raízes.

Bate-Papo no Raízes

Alex com as turmas do 1º e 2º ano

Na aula desta quarta-feira (25), vocês conheceram a história do Bernardo, adolescente de 14 anos que estuda, namora, pratica esportes, sai com os amigos, se diverte e segue com uma rotina que qualquer adolescente deveria ter, porém, ele decide experimentar a maconha.

Do uso esporádico com alguns amigos, ele passou a fumar aos fins de semana e depois com maior frequência, inclusive em casa. Até que ele começa a se sentir disperso o tempo todo, vai mal na escola, repete de ano. Desconfiado de que está fumando muito, ele então decide parar.

A história de Bernardo é, na verdade, uma história fictícia, porém, representa a realidade de muitos jovens que entram em contato com entorpecentes, no caso, a maconha. Ela foi contada pelos técnicos em dependência química Alex Carrão e André Sanches, do Centro Terapêutico Recanto Primavera, em Valinhos, interior de São Paulo.

Os técnicos participaram do Bate-Papo no Raízes para falar que a dependência química é, na verdade, uma doença e a melhor forma de não entrarmos nessa roubada é dizendo não às drogas. “As drogas podem mudar toda a história da sua vida”, ressaltou André durante a palestra.

O Alex também explicou pontos importantes sobre como a droga provoca alterações biológicas (danos à saúde física, que podem aparecer em questão de meses), psicológicas (perda da noção do tempo e do espaço) e sociais (afastamento dos amigos, baixo rendimento na escola) na nossa vida.

André com o pessoal do terceirão

Ele também ressaltou que ninguém escolhe ser dependente químico e que essa dependência é uma doença que aparece quando estamos expostos a fatores de riscos como baixa autoestima, predisposição genética, busca de novas sensações prazerosas, desempenho baixo na escola, rebeldia ou quando sofremos bullying ou temos amigos que já são usuários.

O que podemos fazer para não entrar nessa? Desenvolver nossas habilidades sociais, ou seja, conversar com os pais, dar risada com os amigos, nos relacionarmos com nossa família; nos dedicarmos aos estudos (mesmo nas disciplinas que não são tão legais assim); praticar um esporte; fazer cursos para aprender coisas novas (como a tocar um instrumento, por exemplo) e, o que é muito importante, ficar informado sobre os prejuízos as drogas na nossa vida.

Bom, nesse último ponto, vocês podem contar com o pessoal do Raízes, certo? As imagens feitas durante a palestra com o André e o Alex estão lá no Flickr!

24/04
Bate-Papo no Raízes

Na manhã desta terça-feira (24), rolou um Bate-Papo no Raízes muito bacana com a delegada Vera D’Antracoli Ribeiro Neves.

Ela esteve no colégio para falar sobre os riscos do uso de entorpecentes.

Como Vera esteve à frente da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) por cerca de quatro anos, ela pode passar não só informações técnicas e legais, mas também mostrou o problema das drogas sob o ponto de vista de quem acompanhou casos de pessoas que vendem e usam os entorpecentes.

“Quem se envolve com drogas acaba indo para a vida do crime ou para clínicas de reabilitação”. A palestra começou com um breve relato histórico sobre os diferentes tipos de drogas, entre elas o álcool – presente na maioria dos casos envolvendo drogas registrados nas delegacias da região, segundo a delegada – o crack, a maconha, o ecstasy e a cocaína.

A delegada também mostrou as consequências, tanto no nosso organismo, como na sociedade, das drogas mais utilizadas na região, de acordo com os registros da Polícia Civil.

Ficou claro que, além de prejudicar a saúde, os entorpecentes também provocam uma mudança no comportamento do usuário, que acaba perdendo a noção da realidade, do espaço-tempo e até da responsabilidade e do respeito ao próximo.

Ao final, as turmas do 1º e 2º ano e do terceirão receberam um informativo da Polícia Civil com mais informações sobre combate às drogas e telefones úteis, como o Disque Denúncia, o 181. As fotos das palestras da delegada com o 1º e o 2º ano e o terceirão podem ser vistas no Flickr do Raízes.

23/04
Atitude rock’n’roll para o meio ambiente

Vocês já ouviram falar do movimento EcoRockalismo? Ele surgiu em 2010, o Ano da Biodiversidade, para mostrar que atitude rock’n’roll tem tudo a ver com preservação ambiental.

“Ações com impactos positivos para o meio ambiente são urgentes. O EcoRockalismo é a chance dos apáticos ressuscitarem e dos engajados se motivarem”, é o que diz o manifesto EcoRockalismo.

E, para mostrar a importância do uso mais inteligente dos recursos naturais, o movimento está promovendo sua primeira ação, o MudaRock. A ideia é plantar 1 milhão de árvores nativas para apoiar a iniciativa “Plantemos para o Planeta: Campanha Bilhões de Árvores”, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

E como a ação está rolando? Por meio de uma homenagem aos 50 anos de carreira de Erasmo Carlos. O MudaRock convidou bandas como Sabonetes, Cachorro Grande, CPM 22, Pato Fu e Emicida para regravar dez canções do músico.

O primeiro grupo a participar é o Fresno, que regravou a canção “Sentado à Beira do Caminho”. Olha só!

Gostou da proposta? Pois no site www.mudarock.com.br é possível baixar a nova versão da música. A cada download das canções, uma árvore será plantada.