29/11
Cinemateca do Raízes

Hoje a nossa dica de cinema vai ser um pouco diferente das últimas semanas: em vez de indicar um filme para vocês, vamos dar dicas de como você mesmo pode fazer um filme.

Alguém aí já ouvir em time lapse? Se você não conhece o termo, provavelmente já assistiu a algum filme produzido com esta técnica, que nada mais é do que uma sucessão de fotos passadas muito rapidamente.

Olha só um exemplo:

Para fazer um time lapse, você vai precisar basicamente de algumas fotos e um programa simples, tipo o Windows Movie Maker. Se você não tiver este programa, o site Time Lapse Creator ajudar a fazer o vídeo.

Para captar as fotos, basta deixar a câmera (qualquer uma), ou o celular, parada em uma mesma posição e ir fazendo as fotos. É bacana optar por temas que tenham bastante movimento, como o céu, uma rua movimentada, o mar, entre outras no mesmo estilo.

Na hora de editar é só adicionar as fotos, diminuir o tempo de exibição de cada uma (meio segundo para cada está ótimo), escolher uma música bacana e está pronto!

Gostou? Clique aqui para ver outros vídeos feitos assim.

28/11
Preparação para o vestibular

Inevitavelmente quando os alunos iniciam o ensino médio uma das principais preocupações é o vestibular dali a três anos. Passar em uma boa universidade pública tem sido cada ano mais difícil e o grau de exigência e conhecimento dos candidatos só tende a aumentar.

No Raízes a preparação para os vestibulares mais importantes é um dos principais focos de aprendizado no ensino médio, desde o primeiro dia de aula. E os resultados práticos provam o quanto os nossos alunos conseguem passar e se destacadas nas tão temidas provas: todos os anos temos um número considerável de estudantes aprovados na USP, Unicamp, Unesp, entre outras.

Além do conteúdo tradicional ensinado dentro da sala de aula, nossos alunos têm estímulos e incentivos externos constantes durante os três anos de ensino médio. Por isso são organizados eventos e atividades extraclasse, com o objetivo de trabalhar os assuntos das disciplinas de maneira prática. Isso os ajuda a entender melhor e fixar aquilo que está sendo ensinado.

Outro diferencial é a revisão de matérias, prática fundamental para ajudar aos alunos a conquistarem boas notas nos vestibulares. Constantemente são aplicados simulados para auxiliar os estudantes e prepará-los para o dia D, já que eles começam desde cedo a ter contato com o formato e o tipo de questões que terão de enfrentar.

Todas estas medidas e práticas são determinantes para que o Raízes seja um colégio com o ensino forte, reconhecido e com resultados expressivos nos principais vestibulares do Brasil.

27/11
Mudança no Interclasse

Pessoal, temos um recado rápido para vocês: a semifinal do Interclasse 2013 será na próxima sexta-feira, dia 29, às 15 horas, na quadra da academia Corpo e Cia, ok?

É só anotar na agenda para não esquecer e todo mundo aparecer lá na sexta-feira para torcer!

O assunto é recuperação

Na próxima semana, terão início as aulas de recuperação aqui no Raízes. Elas começam no dia 2 e vão até o dia 6 de dezembro, lembrando que serão sempre no horário de aula normal.

Já as avaliações de recuperação ocorrem entre os dias 9 e 13 de dezembro, também horário normal de aula, ok?

 

26/11
Dois lembretes importantes

O ano letivo já está quase no fim, mas antes ainda tem o último trote de 2013 e uma das últimas provas do Decora.

Nesta quinta-feira (28), é dia de todo mundo vir para a escola com roupas sociais. Vale tudo: terno, vestido, paletó, gravata, colete, suspensório, sapatos e muito estilo, ok?

O outro aviso é que uma das últimas provas do Decora do ensino médio será cultural e solidária. O Colégio Raízes está promovendo uma campanha de Natal para arrecadar livros infantis que serão doados a entidades da cidade.

A equipe que doar o maior número de livros em bom estado ganha a prova. Os livros – lembrando que têm de ser infantis – devem ser levados na final do Decora, que será no dia 2 de dezembro, às 13h30, aqui na escola.

Você sabe como funciona uma emissora de rádio?

Além da pergunta do título acima, vale acrescentar outra: e o que isso tem a ver com física? Mas é justamente na física que está a resposta para como fazer um som se propagar através de ondas eletromagnéticas pelo ar.

Muita gente perseguia essa ideia no fim do século 19: quem arranjasse um meio de substituir os telégrafos e cabos usados para mandar mensagens ficaria rico. O italiano Guglielmo Marconi conseguiu fazer o som ser transmitido para um receptor sem o auxílio de fios e é considerado o inventor do rádio, apesar de outros terem conseguido resultado semelhante, como o brasileiro Roberto Landell de Moura.

Hoje a tecnologia não é usada só para transmitir músicas nas mais de 7 mil estações oficiais do Brasil mas também é a base para o funcionamento de vários apetrechos, de celulares a controles remotos.

Aí vão os cinco passos básicos que explicam como o som chega até aos aparelhos de rádio:

1. No estúdio de uma emissora de rádio, o locutor fala ao microfone, que é um “transdutor”, e recebe a vibração da voz em ondas mecânicas e as converte em corrente elétrica.

2. O microfone é ligado à mesa de som, assim como o tocador de CD ou MP3 e o computador onde ficam armazenados comerciais, efeitos sonoros e, claro, músicas. A função da mesa de som é unir esses sons a outros, como as ligações telefônicas dos ouvintes.

3. O sinal em forma de impulsos elétricos que sai da mesa é fraco, por isso ele passa por um amplificador, que aumenta a intensidade de corrente elétrica por meio de um circuito eletrônico. Essa amplificação pode ser de centenas ou milhares de vezes, dependendo da área atingida

4. No alto da emissora fica a antena – lá, é mais fácil evitar que o sinal seja interrompido por prédios ou acidentes geográficos. Ela recebe os sinais elétricos e os transforma em ondas eletromagnéticas. Cada antena emite dois tipos de sinal juntos: a onda portadora, que leva a frequência da rádio, e a corrente ampliada, que contém o som

5. Esses sinais chegam até o aparelho de rádio. Quando mexemos no dial, um circuito interno faz com que a antena do aparelho oscile de acordo com cada estação. Os alto-falantes, então, convertem as ondas elétricas em vibrações mecânicas, que são o som propriamente dito.

E, para terminar, vale uma última pergunta: você ainda ouve rádio?

25/11
Reunião de pais

Pessoal temos um aviso rápido para vocês: nesta sexta-feira (29), das 7h30 às 10 horas, haverá reunião de pais e mestres aqui na escola, ok?

Por conta da reunião, no dia não haverá aula, certo galera?

Coleção de camisetas de rock

Provavelmente vocês já perceberam que a Amanda Subtil, do 1º A, gosta bastante de camisetas de banda de rock, certo? Mas alguém aí arrisca adivinhar quantas ela tem?

Ao todo, são 22, todas pretas e divididas entre: 10 do AC/DC; três do Pink Floyd; três do Black Sabbath; uma do Bon Jovi; uma do Slash (guitarrista do Guns N Roses); uma do Slipknot; uma do Iron Maiden; uma dos Beatles, e uma do Led Zeppelin.

Mais da metade da coleção, 15 camisetas, ela comprou em uma única ocasião: sua primeira visita à Galeria do Rock, em São Paulo, no dia de seu aniversário no ano passado.

Além das camisetas, Amanda coleciona discos de vinil. Já tem 20, todos de bandas de rock das décadas de 60, 70 e 80, e pretende aumentar o número em breve. Para ouví-los, ela usa uma vitrola antiga que ganhou da avó.

A paixão pelo rock começou por influência de uma prima, mas seu pai sempre gostou desse estilo musical, então o contato com o “som pesado” estava presente desde quando era criança. E agora Amanda ganhou incentivo do pai: uma guitarra para aprender a tocar as músicas que tanto gosta de ouvir!

22/11
Cinemateca do Raízes: Thor – Um mundo sombrio

O Cinemateca do Raízes desta sexta-feira (22) é para quem curte filmes de aventura, mais despretensiosos e ótimos para curtir o fim de semana.

O professor Fabio fez uma avaliação muito bacana sobre o filme “Thor – Um mundo sombrio”. Vamos ver?

Thor – Um mundo sombrio

A nova aventura nos traz Thor (Chris Hemsworth) tendo de lidar com as consequências do primeiro filme de “Os Vingadores”. Enquanto o seu irmão adotivo, Loki (Tom Hiddleston), é mantido como prisioneiro nas masmorras de Asgard, o deus do trovão tem a missão de pacificar os Nove Reinos, jogados ao caos sem a proteção dos asgardianos.

Preparando-se para suceder o já cansado Odin (Anthony Hopkins) no trono, Thor tem de encarar um novo inimigo que surge na figura de Malekith (Christopher Eccleston), líder dos Elfos Negros, uma raça antiga derrotada pelo avô de Thor que vê na existência da luz e da vida um erro e busca sua arma suprema, o Éter, acidentalmente encontrado pela amada do herói, a humana Jane Foster (Natalie Portman).

O amadurecimento de Thor, de inconsequente a herói, é mais explorado e finalmente concluído aqui, dando oportunidade para que Chris Hemsworth mostre que não é só músculos e sorrisos, provando o valor de seu personagem de maneira mais séria.

A química do ator com o teimoso Odin de Anthony Hopkins engrandece as performances dos dois atores e, ao mesmo tempo, mostra como Thor cresceu desde que nos fora apresentado.

O mesmo não pode ser dito do seu romance com Jane Foster, com todo o peso deste vindo apenas do filme anterior, sem grandes evoluções. Natalie Portman tem alguns momentos bonitinhos de “peixe fora d’água”, conhecendo a tecnologia asgardiana e se espantando com os sogros, mas não tem espaço para mostrar seu talento habitual.

Ao contrário de Tom Hiddleston, cujo Loki rouba todas as cenas em que aparece. Em sua primeira metade, o filme poupa as aparições de Loki ao máximo, mas quando ele surge ao lado de seu irmão heroico, o deus da trapaça vem e mostra todo o seu potencial.

Hiddleston possui um tom de voz que varia do irônico para o enraivecido de maneira bastante sutil e poderosa e um vocabulário físico digno de Charlie Chaplin. Com ele, a complexidade das motivações e ações de Loki atinge outro patamar, sendo impossível imaginar qualquer outro ator no papel, dificultando até mesmo sentir raiva do príncipe caído, mesmo com todos os seus atos hediondos.

O ator eclipsa o eficiente Christopher Eccleston como Malekith, que acaba reduzido a um vilão genérico, embora ameaçador – e louve-se a adaptação para a marca no rosto do vilão. O geralmente intimidante Adewale Akinnuoye-Agbaje tem pouco a fazer como Alduin, especialmente após sua transformação no monstruoso Kurse.

Rene Russo, como Frigga, finalmente ganha utilidade dramática na franquia, especialmente em suas cenas ao lado de Tom Hiddleston e Anthony Hopkins. Já o núcleo humorístico fica por conta de Kat Dennings e Stellan Skarsgard como Darcy e o Dr. Selvig, que têm passagens que destoam da profundidade, o que serve como alívios cômicos.

Em suma, é um filme que empolga num ritmo com uma perfeita dosagem de humor, drama e aventura/ação. Uma verdadeira “montanha nórdica” com sentimentos variados e com aquele gostinho de mais.

Não se esqueça de ficar até o fim dos créditos. Para variar há uma cena que anuncia o próximo filme da Marvel: “Os Guardiões das Galáxias”. A segunda cena, meio desnecessária, é sobre uma ponta solta que quase ninguém, creio, percebeu.

Bom Filme!

21/11
Quando a rua é o suporte da arte

Vocês sabem o que é intervenção urbana? O termo é usado para toda intervenção visual realizada em qualquer espaço público.

Elas são variadas e podem ter vários portes, desde pequenas inserções de adesivos nas ruas até grandes instalações artísticas.

Quer ver um exemplo bacana? O La La La Dog, do Jaum, que já tomou conta das ruas de Mogi das Cruzes com mais de 70 grafites do cachorrinho, uma homenagem à cachorra Dalila, do grafiteiro.

Para explicar melhor o conceito de intervenção urbana, a professora Amarilis indicou este vídeo produzido pelo programa Câmara Ligada. Se liga!

Quem quiser saber mais sobre o tema também pode dar uma olhada no site www.intervencaourbana.org.