24/02
Entrevista com a Marie sobre natação

Temos muitos alunos que fazem atividades super interessantes fora da escola. Vocês sabiam, por exemplo, que a Marie, do 1º ano, pratica natação e participa de competições?

Batemos um papo com ela sobre a natação:

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Blog do Raízes: Como você começou a nadar?
Marie: Comecei porque meu pai gosta de natação e a minha mãe estava aprendendo a nadar (ela falou que eu não seria a única na família que não saberia nadar). Mas eu sempre gostei de ficar na piscina com a minha avó e meu pai, e foi assim que meu pai me colocou na natação.

Blog do Raízes: Há quanto tempo nada?
Marie: Há 9 anos, mas comecei a treinar há 1 ano e meio.

Blog do Raízes: O que mais gosta na natação?
Marie: Das amizades que se vão cultivando.

Blog do Raízes: Como se prepara para as competições?
Fico bem tranquila, relaxada e concentrada naquilo que eu venho treinando.

Blog do Raízes: Você tem algum estilo preferido?
Marie: Eu prefiro o crawl e o costas.

Blog do Raízes: Quer seguir carreira como nadadora?
Marie: Sim, o meu sonho como nadadora é conhecer os meus ídolos e nadar nas Olimpíadas de Tóquio.

Blog do Raízes: O que é mais difícil na natação?
Marie: O mais difícil é a sua determinação naquilo que você quer, porque tem horas que fica maçante, pois é muito repetitivo. Em alguns momentos também você sente dor e quer parar.

Blog do Raízes: No que a natação ajuda no dia a dia?
Marie: Ajuda a ter foco e objetivo naquilo que eu quero. Me ajuda a ter disciplina não só na água ou na escola, mas sim na vida.

Blog do Raízes: Qual dica dá para quem quer começar a nadar?
Marie: Procure sempre ter muita preocupação com a técnica, pois é o mais importante, e também divirta-se e curta as amizades que fizer. E como diria meu pai: “Vamos nadar!”

22/02
iPad na aula de Biologia

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O Raízes foi pioneiro na implantação do iPad em sala de aula em Mogi. Desde então, os professores têm usado a ferramenta da melhor maneira possível, sempre aproveitando ao máximo as possibilidades do ambiente digital.

E foi justamente isso que aconteceu na aula de Biologia, da professora Lidia, com as turmas do 1º, 2º e 3º ano.

Os alunos foram desafiados a responder de surpresa questões com temas específicos abordados durante as primeiras aulas do ano para testarem seus conhecimentos.

Para deixar a aula ainda mais interessante foram utilizados os aplicativos Eval Teacher e Eval Student.

No primeiro, o professor prepara com antecedência as questões que serão abordadas e, no Eval Student, todos conectados na mesma rede compartilham seus conhecimentos e seus resultados.

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O interessante é que as turmas responderam questões do Enem e de outros vestibulares dentro de um período específico de tempo, simulando um teste real.

O mais legal é que no final de cada sessão todos já recebem seus resultados, pois o aplicativo faz o levantamento e repassa automaticamente para o professor. A partir dos dados o professor discute os pontos positivos e negativos.

As turmas gostaram tanto que já até pediram mais.

Legal, não é?

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20/02
Gramática não é apenas um conjunto de regras

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Atividades em grupo sempre resultam em uma aula mais dinâmica e divertida. E foi justamente o que rolou na aula de gramática, com a professora Alba.

O 1º ano foi dividido em grupos e eles tiveram de discutir sobre as diferentes linguagens e suas manifestações específicas.

O bacana é que a turma chegou à conclusão de que a gramática não é apenas um conjunto de regras para determinar o que é certo ou errado.

Eles entenderam melhor o funcionamento da língua e como ela pode ser utilizada de uma forma mais ampla.

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17/02
Aula show de sociologia

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Uma das aulas que as turmas mais gostam é a de Sociologia. Basta ver a alegria da turma nas fotos, não é?

Com o 1º ano, o professor Vagner trabalhou um conteúdo muito interessante sobre sociedade dinâmica.

Os alunos aprenderam como a sociedade é formada a partir da participação do indivíduo.

Além disso, a aula estimulou a percepção sobre as diferenças entre as pessoas e como todos podem agir de forma cooperativa.

A aula foi show!!!

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06/02
E o post mais lido da história é . . .

Foram quase 13 mil visualizações que levaram o post “O que fazer para não poluir a água” ao primeiro lugar do nosso Top 30 mais lidos da história do blog.

Ficamos super felizes em saber que o texto vencedor tem um caráter de conscientização extremamente importante para o nosso planeta. Veja o texto na íntegra:

O que fazer para não poluir a água
(publicado originalmente em 29 de julho de 2011)

No Brasil, 13 milhões de pessoas não têm banheiro; menos de 44% da população têm coleta de esgoto; menos de um terço do esgoto recolhido é tratado; e 5,9 bilhões de litros de esgoto são despejados por dia em rios e lagos nas 81 maiores cidades do país.

São muitos os números que mostram o quanto nós poluímos a água. Por isso, diminuir o consumo de produtos que aumentam essa poluição é fundamental. Veja mais dicas do “Manual de Etiqueta 3.0″.

- Além do óleo de cozinha, também não devem ser despejados no esgoto doméstico inseticidas, pesticidas, tintas à base de óleo, solvente e fluidos de automóveis no esgoto doméstico;

- Em vez de jogar fora a casca do limão, deixe-a secar e depois use para espantar traças de armários e roupas;

- O vinagre branco pode ser usado para remover ferrugem, mofo, manchas no tapete, sujeira de banheiros e para tirar o cheiro de peixe de utensílios. Mas é preciso diluir o vinagre na água;

- Bicarbonato de sódio é ótimo para limpar forno e para fazer a limpeza geral, já que ele tem ação fungicida;

- Use quantidades menores de produtos de limpeza e higiene. Dê preferência para os biodegradáveis e orgânicos, pois eles são feitos a partir de substâncias naturais;

- Fale para os seus pais comprarem detergentes e sabões em pó com pouco ou nenhum fosfato na fórmula. Essa substância, que é a responsável pela espuma, estimula a proliferação de plantas e algas nos rios, reduzindo a quantidade de oxigênio para os peixes;

- Retire os restos de comida da louça e deixa-a de molho previamente na pia ou numa bacia. Só abra a torneira para enxaguar depois de ensaboar tudo. Isso ajuda a usar menos detergente.

- Remédios e cosméticos devem ser descartados em postos de coleta específicos, para que esses produtos sejam incinerados. Se você não souber de um posto adequado, é melhor jogá-los no lixo do que no esgoto.

- No jardim, prefira plantas nativas, pois elas se adaptam melhor ao ambiente e, logo, exigem menos cuidados e menos consumo de água;

- Não faça da mangueira uma “vassoura hidráulica” na hora de lavar quintal, garagem ou calçada. Se precisar lavar o local, varra e recolha o lixo antes.

03/02
Vice-campeão do Top 30 mais lidos

Em vários momentos do Top 30 mais lidos apareceram experiências química realizadas em nossos laboratórios. E o segundo lugar é justamente sobre isso.

Experiência termoquímica
(publicado originalmente em 8 de maio de 2012)

Nem sempre é fácil sacar logo de cara as inúmeras fórmulas que temos de aprender na sala de aula, em qualquer disciplina ligada à área de exatas. Nessas horas, nada melhor do que ver como as coisas funcionam na prática.

Pensando nisso, a professora Audrey, de Química, fez duas experiências relacionadas à termoquímica na aula desta terça-feira (8) com o pessoal do 2º ano. Ela contou aqui para o blog que, assim, fica mais fácil de entender os estudos sobre transferência de calor em uma reação química, tão falados em sala de aula.

Na primeira prática, os alunos colocaram o sulfato de cobre pentahidratado, uma substância de cor azul, no tubo de ensaio e o aqueceram. Eles puderam observar que, graças ao calor, a água presente no sulfato evaporou e que houve uma mudança na cor da substância.

Dessa reação foi formado outro produto, o sulfato de cobre anidro. A professora Audrey explicou que isso aconteceu devido à reação endotérmica, quando ocorre a absorção de calor.

Na segunda prática, os alunos observaram o processo inverso, por meio da reação exotérmica. Eles adicionaram água ao sulfato de cobre anidro, provocando uma reação que liberou energia e tornou o tubo de ensaio extremamente quente, evidenciando a energia perdida.

As fotos da turma e das etapas das duas experiências estão lá no Flickr do Raízes.