01/02
3º Lugar no ranking- Como os alimentos chegam a nossa mesa

Enfim, chegamos ao ranking dos textos mais lidos do blog. Em 3º Lugar vamos conferir como os alimentos chegam a nossa mesa.

Você já pensou “de onde vêm os alimentos que comemos?”, “como eles chegam até aqui?”.

aliemntosO professor de história, nos mandou essa dica super legal sobre o assunto.

Alguns alimentos industrializados nos dão a informação por meio dos rótulos. Mas, há muitos anos, não existia a industrialização e nossos antepassados precisavam plantar e caçar para se alimentar, além de consumir o que a natureza oferecia, como frutas, sementes e raízes.

À medida que o tempo foi passando, nossos antepassados viram que onde caía uma semente ou um fruto, nascia uma plantinha. A partir dali, eles observaram que poderiam plantar as sementes e um tempo depois colher os seus frutos.

Atualmente essa prática não é mais comum, e quem vive nas grandes cidades não sabe como os alimentos chegam aos supermercados e feiras. As verduras, legumes e frutas costumam ser cultivados longe de nossas casas em grandes plantações, cujo objetivo é produzir para vender. Assim como também acontece com carnes e grãos.

Para que esses alimentos cheguem efetivamente em nossas mesas, é preciso que a produção passe por carretos. Os caminhões que fazem o transporte costumam rodar o país inteiro, já que cada região do Brasil é forte na produção de um alimento.

10/01
14º lugar-Doce de abóbora com açúcar orgânico

Em 14º lugar, temos uma dica da nutricionista sobre como preparar um doce de abóbora usando açúcar orgânico.

Nossos alunos provaram um doce de abóbora com açúcar orgânico. A nossa nutricionista, a Paula Oseki, contou que todos adoraram. As fotos da degustação estão no Flickr do Raízes.

9044700182_6bbf9cb0ab-DOCE DE ABOBORA-15Ela destacou também que esta surpresa nutritiva deixou o doce supersaudável. Vamos aprender a receita?

Ingredientes
– 1kg de abóbora pescoço;
– 180g de açúcar orgânico (1 xícara de chá);
– 1 rama de canela;
– 3 cravos-da-índia;
– 50g de coco ralado – fresco ou flocado – industrializado (1/2 xícara de chá).

Modo de preparo
Lave e descasque a abóbora e, depois, pique em cubos. Coloque em uma panela os cubos de abóbora, o açúcar, a canela, o cravo e misture tudo. Acrescente o coco. Apure bem, mexendo de vez em quando. A receita rende 700g (aproximadamente), de 20 a 25 porções de 30g (copinhos de café de 50ml).

Conheça o açúcar orgânico
Açúcar, mocinho ou vilão? Para a nutricionista Paula Oseki, depende do tipo e da quantidade, pois cada colher de chá contém 20 calorias! “Existem vários tipos de açúcar e a principal diferença entre eles se resume nas etapas do processo de produção”. Vamos conhecer?

Açúcar cristal: para que o resultado seja este tipo de açúcar, o caldo de cana passa por processos de purificação, evaporação, cristalização, centrifugação e, por último, pela secagem. A partir do açúcar cristal outros tipos de açúcar, como o refinado e o confeiteiro, são obtidos. O açúcar cristal, portanto, passa por menos processos na hora de ser preparado.

Açúcar refinado: tipo de açúcar conquistado a partir da diluição do açúcar cristal. A calda obtida passa por diversos processos até chegar ao peneiramento. A porção mais fina é separada para a obtenção do açúcar de confeiteiro e, o restante, é o açúcar refinado.

Açúcar de confeiteiro: após o peneiramento do açúcar para a separação dos grãos que vão dar origem ao açúcar refinado e de confeiteiro, é adicionado amido. A finalidade da junção é evitar a aglomeração dos pequenos cristais, formando assim o açúcar de confeiteiro.

Açúcar light: é obtido a partir do açúcar refinado com o adoçante artificial chamado sucralose. Com o poder de adoçar 600 vezes mais que o da sacarose, o adoçante garante que a ingestão calórica seja menor, quando comparado ao consumo de açúcar refinado.

Açúcar mascavo: por não passar pelo processo de refinamento, a qualidade nutricional do açúcar mascavo é melhor em relação ao açúcar refinado. Ele apresenta vitaminas e minerais que não estão presentes na versão refinada.

Açúcar orgânico: o diferencial deste tipo de açúcar é que a cana utilizada em sua fabricação é cultivada sem fertilizantes químicos. Além disso, o açúcar orgânico utiliza processos apoiados na sustentabilidade do meio ambiente, desde o plantio até a etapa final. Suas características nutricionais se assemelham com as do açúcar mascavo. Portanto, apresenta uma quantidade maior de vitaminas e minerais em relação ao açúcar refinado.

Em termos de calorias, todos se equivalem, com exceção do açúcar light, que por conter adoçante junto ao açúcar tem as calorias reduzidas. “Portanto, quando ouvir falar em açúcar, lembre-se da palavra moderação”, destaca Paula.

Quanto à qualidade, o açúcar orgânico e o mascavo são bem melhores que o refinado. “Recomendo para todas as nossas crianças o uso do açúcar orgânico em substituição ao refinado, pois não haverá alteração nenhuma no sabor dos alimentos, como foi o caso do nosso doce de abóbora saudável”.

31/07
Como os alimentos chegam em nossa mesa! Confira o 4ºlugar dos textos mais lidos

Você já pensou “de onde vêm os alimentos que comemos?”, “como eles chegam até aqui?”. Em 4º lugar dos textos mais lidos, vamos conferir o caminho que os alimentos fazem para chegar até a nossa mesa.

O professor de história, nos mandou essa dica super legal sobre o assunto.

aliemntosAlguns alimentos industrializados nos dão a informação por meio dos rótulos. Mas, há muitos anos, não existia a industrialização e nossos antepassados precisavam plantar e caçar para se alimentar, além de consumir o que a natureza oferecia, como frutas, sementes e raízes.

À medida que o tempo foi passando, nossos antepassados viram que onde caía uma semente ou um fruto, nascia uma plantinha. A partir dali, eles observaram que poderiam plantar as sementes e um tempo depois colher os seus frutos.

Atualmente essa prática não é mais comum, e quem vive nas grandes cidades não sabe como os alimentos chegam aos supermercados e feiras. As verduras, legumes e frutas costumam ser cultivados longe de nossas casas em grandes plantações, cujo objetivo é produzir para vender. Assim como também acontece com carnes e grãos.

Para que esses alimentos cheguem efetivamente em nossas mesas, é preciso que a produção passe por carretos. Os caminhões que fazem o transporte costumam rodar o país inteiro, já que cada região do Brasil é forte na produção de um alimento.

17/07
10º lugar mais lido: Curau de Milho Verde

Em 10º lugar dos textos mais lidos temos dicas importantes de alimentação, a nutricionista Paula Oseki trouxe uma receita bem gostosa e nutritiva: o Curau de Milho Verde.

A criançada provou o doce no lanche. As fotos estão no Flickr do Raízes.

A Paula contou que o milho é uma grande fonte de energia, pois tem alto teor de carboidratos e quantidades consideráveis de vitaminas B1 e E e sais minerais. “100 gramas de milho, o equivalente a cinco colheres de sopa, fornecem 129 calorias”.

A vitamina B1, que é a tiamina, ajuda na regularização do sistema nervoso e do aparelho digestivo e tonifica o músculo cardíaco. Já a vitamina E tem propriedades antioxidantes e, por isso, é utilizada na conservação de alimentos. “Ela combate a degeneração muscular, por meio do combate ao envelhecimento precoce, ajuda a prevenir doenças e atua no crescimento”, contou a nutricionista.

O milho pode ser consumido por pessoas que tem o aparelho digestivo delicado, pois é de fácil digestão. Por ser rico em fibras, é ótimo para o bom funcionamento do intestino.

O óleo de milho é muito bom também, porque dificulta a formação de gordura no sangue, reduzindo o nível de colesterol. Mas lembrem-se da dica da Paula: qualquer óleo deve ser usado sempre em pouca quantidade e o saudável é evitar as frituras.

Em conserva, o milho deve ser consumido sem a água e lavado em água corrente. Assim, vocês eliminam a parte da salmoura. Agora, vamos à receita!

( Texto publicado originalmente em 28/06/2012)-Curau de Milho Verde

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Ingredientes

– 3 latas de milho verde;
– 1 lata de leite condensado;
– 1 litro de leite;
– 60 gramas de amido de milho (ou 3 colheres de sopa);
– 10 gramas de margarina sem sal (ou 1 colher de sopa);
– 1 pitada de sal;
– canela em pó para polvilhar.

Modo de Preparo
Despreze a água da conserva do milho, lave bem em água corrente e escorra. No liquidificador, bata o milho, o leite condensado e o leite. Coe e coloque em uma panela. Dissolva o amido de milho com um pouco de leite frio e misture na panela antes de ir ao fogo.

Acrescente a margarina, uma pitada de sal e vá mexendo em fogo médio até engrossar, aproximadamente durante 30 minutos. Coloque em copinhos ou refratário, polvilhe a canela em pó e leve para gelar até firmar. A receita rende 32 porções de 40 ml (copinhos de café) ou 16 porções de 80 ml (copinhos de sobremesa).

12/07
Cuidando da Alimentação

O atual estilo de vida da maioria das pessoas consiste em uma rotina intensa de atividades, necessitando de opções práticas para se alimentar. Alimentar-se bem tem sido uma preocupação constante na rotina das pessoas. Seja para obter um estilo de vida mais saudável, seja para perder peso, melhorar a saúde ou simplesmente satisfazer uma necessidade fisiológica, comer é sempre bom. Contudo, uma nutrição adequada consiste em algumas questões importantes: o que, quando, quanto e como consumir os alimentos. E em 12º lugar dos posts mais lidos temos algumas dicas de boa alimentação.

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No dia Mundial da Alimentação. Para celebrar a data, a nutricionista do Colégio Raízes, Paula Oseki, apresenta os benefícios da quinua, grãozinho cultivado nos Andes que é um dos alimentos mais completos do mundo, sendo comparado ao leite materno segundo suas características nutricionais.

“A quinua é uma excelente fonte de proteínas, possui carboidratos de baixo índice glicêmico, ômega 3 e 6 e é isento de glúten, sendo alternativa para celíacos (pessoas com intolerância às proteínas presentes no glúten)”, contou a nutricionista.

O grão também contém aminoácidos encontrados em alimentos de origem animal como carnes e ovos, que estão relacionados ao desenvolvimento da inteligência, à rapidez de reflexos e a funções como a memória e a aprendizagem, por isso são muito indicados para crianças, segundo a Academia Americana de Pediatria.

Porém, por não conter a vitamina B12, não pode ser considerada substituta das carnes, e sim um fantástico complemento para aqueles que necessitam de maior aporte de proteínas.

Para quem quer controlar o peso ou esportistas, uma boa notícia: esse grão contém baixo índice glicêmico e é rica em fibras (até mais que o arroz integral), mantendo a sensação de saciedade entre as refeições, melhorando o funcionamento do intestino e ajudando no controle do colesterol, glicemia e triglicérides.

Como consumir? Em flocos, grãos, farinha… “Nutricionalmente não há diferença, mas o grão não sofre processamento, preservando todos nutrientes de forma mais eficaz”, explicou a Paula.

Grãos: o ideal é deixar de molho por algumas horas e cozinhar em água já fervente, no fogo baixo, por 15 minutos. Fica mais saboroso se o sal for adicionado depois do cozimento. Pode ser misturado nas saladas, sopas, arroz e risotos ou servido com molhos. Cozido, dura até três dias na geladeira e pode ser congelado também;

Flocos: polvilhe em sopas, no iogurte, na salada de frutas e em vitaminas naturais;

Farinha: pode ser usada como os flocos ou servir como base para pães, biscoitos, macarrão, etc.

Está esperando o que para incorporar essa delícia no seu dia a dia?

05/07
Top 15 mais lidos-Doce de abóbora com açúcar orgânico

Nestas férias você poderá conferir aqui os top 15 mais lidos do Colégio, e ainda se divertir com as dicas que foram dadas por todos os profissionais e alunos que contribuíram para o nosso blog.

Vamos começar com o 15º lugar.Uma dica de doce de abóbora com açúcar orgânico da nossa nutricionista Paula Oseki.

( Texto publicado originalmente em 17/06/2013)-Doce de abóbora com açúcar orgânico

9044700182_6bbf9cb0ab-DOCE DE ABOBORA-15A nossa nutricionista, a Paula Oseki, contou que todos adoraram. As fotos da degustação estão no Flickr do Raízes.

Ela destacou também que esta surpresa nutritiva deixou o doce supersaudável. Vamos aprender a receita?

Ingredientes
– 1kg de abóbora pescoço;
– 180g de açúcar orgânico (1 xícara de chá);
– 1 rama de canela;
– 3 cravos-da-índia;
– 50g de coco ralado – fresco ou flocado – industrializado (1/2 xícara de chá).

Modo de preparo
Lave e descasque a abóbora e, depois, pique em cubos. Coloque em uma panela os cubos de abóbora, o açúcar, a canela, o cravo e misture tudo. Acrescente o coco. Apure bem, mexendo de vez em quando. A receita rende 700g (aproximadamente), de 20 a 25 porções de 30g (copinhos de café de 50ml).

Conheça o açúcar orgânico
Açúcar, mocinho ou vilão? Para a nutricionista Paula Oseki, depende do tipo e da quantidade, pois cada colher de chá contém 20 calorias! “Existem vários tipos de açúcar e a principal diferença entre eles se resume nas etapas do processo de produção”. Vamos conhecer?

Açúcar cristal: para que o resultado seja este tipo de açúcar, o caldo de cana passa por processos de purificação, evaporação, cristalização, centrifugação e, por último, pela secagem. A partir do açúcar cristal outros tipos de açúcar, como o refinado e o confeiteiro, são obtidos. O açúcar cristal, portanto, passa por menos processos na hora de ser preparado.

Açúcar refinado: tipo de açúcar conquistado a partir da diluição do açúcar cristal. A calda obtida passa por diversos processos até chegar ao peneiramento. A porção mais fina é separada para a obtenção do açúcar de confeiteiro e, o restante, é o açúcar refinado.

Açúcar de confeiteiro: após o peneiramento do açúcar para a separação dos grãos que vão dar origem ao açúcar refinado e de confeiteiro, é adicionado amido. A finalidade da junção é evitar a aglomeração dos pequenos cristais, formando assim o açúcar de confeiteiro.

Açúcar light: é obtido a partir do açúcar refinado com o adoçante artificial chamado sucralose. Com o poder de adoçar 600 vezes mais que o da sacarose, o adoçante garante que a ingestão calórica seja menor, quando comparado ao consumo de açúcar refinado.

Açúcar mascavo: por não passar pelo processo de refinamento, a qualidade nutricional do açúcar mascavo é melhor em relação ao açúcar refinado. Ele apresenta vitaminas e minerais que não estão presentes na versão refinada.

Açúcar orgânico: o diferencial deste tipo de açúcar é que a cana utilizada em sua fabricação é cultivada sem fertilizantes químicos. Além disso, o açúcar orgânico utiliza processos apoiados na sustentabilidade do meio ambiente, desde o plantio até a etapa final. Suas características nutricionais se assemelham com as do açúcar mascavo. Portanto, apresenta uma quantidade maior de vitaminas e minerais em relação ao açúcar refinado.

Em termos de calorias, todos se equivalem, com exceção do açúcar light, que por conter adoçante junto ao açúcar tem as calorias reduzidas. “Portanto, quando ouvir falar em açúcar, lembre-se da palavra moderação”, destaca Paula.

Quanto à qualidade, o açúcar orgânico e o mascavo são bem melhores que o refinado. “Recomendo para todas as nossas crianças o uso do açúcar orgânico em substituição ao refinado, pois não haverá alteração nenhuma no sabor dos alimentos, como foi o caso do nosso doce de abóbora saudável”.

 

08/04
Espanhol na prática e na ponta da língua

atividade prof roberto carlos ESPANHOL ENSINO MÉDIO (3)

Na aula de espanhol para a turmas do 1º,   3º A  e 3º B, o professor Roberto Carlos decidiu esclarecer alguns mitos sobre as comidas típicas latino-americanas com uma aula prática diferente.

Os alunos degustaram as comidas etestaram misturas diferentes como por exemplo, misturar pimenta com doce.

Confira toda essa experiência no nosso Flickr. Para vê-las clique aqui.

02/03
Como os alimentos chegam em nossa mesa?

Você já pensou “de onde vêm os alimentos que comemos?”, “como eles chegam até aqui?”.

O professor Rafael, de história, nos mandou essa dica super legal sobre o assunto.

aliemntos

Alguns alimentos industrializados nos dão a informacão por meio dos rótulos. Mas, há muitos anos, não existia a industrialização e nossos antepassados precisavam plantar e caçar para se alimentar, além de consumir o que a natureza oferecia, como frutas, sementes e raízes.

À medida que o tempo foi passando, nossos antepassados viram que onde caía uma semente ou um fruto, nascia uma plantinha. A partir dali, eles observaram que poderiam plantar as sementes e um tempo depois colher os seus frutos.

Atualmente essa prática não é mais comum, e quem vive nas grandes cidades não sabe como os alimentos chegam aos supermercados e feiras. As verduras, legumes e frutas costumam ser cultivados longe de nossas casas em grandes plantações, cujo objetivo é produzir para vender. Assim como também acontece com carnes e grãos.

Para que esses alimentos cheguem efetivamente em nossas mesas, é preciso que a produção passe por carretos. Os caminhões que fazem o transporte costumam rodar o país inteiro, já que cada região do Brasil é forte na produção de um alimento.