01/02
3º Lugar no ranking- Como os alimentos chegam a nossa mesa

Enfim, chegamos ao ranking dos textos mais lidos do blog. Em 3º Lugar vamos conferir como os alimentos chegam a nossa mesa.

Você já pensou “de onde vêm os alimentos que comemos?”, “como eles chegam até aqui?”.

aliemntosO professor de história, nos mandou essa dica super legal sobre o assunto.

Alguns alimentos industrializados nos dão a informação por meio dos rótulos. Mas, há muitos anos, não existia a industrialização e nossos antepassados precisavam plantar e caçar para se alimentar, além de consumir o que a natureza oferecia, como frutas, sementes e raízes.

À medida que o tempo foi passando, nossos antepassados viram que onde caía uma semente ou um fruto, nascia uma plantinha. A partir dali, eles observaram que poderiam plantar as sementes e um tempo depois colher os seus frutos.

Atualmente essa prática não é mais comum, e quem vive nas grandes cidades não sabe como os alimentos chegam aos supermercados e feiras. As verduras, legumes e frutas costumam ser cultivados longe de nossas casas em grandes plantações, cujo objetivo é produzir para vender. Assim como também acontece com carnes e grãos.

Para que esses alimentos cheguem efetivamente em nossas mesas, é preciso que a produção passe por carretos. Os caminhões que fazem o transporte costumam rodar o país inteiro, já que cada região do Brasil é forte na produção de um alimento.

17/07
10º lugar mais lido: Curau de Milho Verde

Em 10º lugar dos textos mais lidos temos dicas importantes de alimentação, a nutricionista Paula Oseki trouxe uma receita bem gostosa e nutritiva: o Curau de Milho Verde.

A criançada provou o doce no lanche. As fotos estão no Flickr do Raízes.

A Paula contou que o milho é uma grande fonte de energia, pois tem alto teor de carboidratos e quantidades consideráveis de vitaminas B1 e E e sais minerais. “100 gramas de milho, o equivalente a cinco colheres de sopa, fornecem 129 calorias”.

A vitamina B1, que é a tiamina, ajuda na regularização do sistema nervoso e do aparelho digestivo e tonifica o músculo cardíaco. Já a vitamina E tem propriedades antioxidantes e, por isso, é utilizada na conservação de alimentos. “Ela combate a degeneração muscular, por meio do combate ao envelhecimento precoce, ajuda a prevenir doenças e atua no crescimento”, contou a nutricionista.

O milho pode ser consumido por pessoas que tem o aparelho digestivo delicado, pois é de fácil digestão. Por ser rico em fibras, é ótimo para o bom funcionamento do intestino.

O óleo de milho é muito bom também, porque dificulta a formação de gordura no sangue, reduzindo o nível de colesterol. Mas lembrem-se da dica da Paula: qualquer óleo deve ser usado sempre em pouca quantidade e o saudável é evitar as frituras.

Em conserva, o milho deve ser consumido sem a água e lavado em água corrente. Assim, vocês eliminam a parte da salmoura. Agora, vamos à receita!

( Texto publicado originalmente em 28/06/2012)-Curau de Milho Verde

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Ingredientes

– 3 latas de milho verde;
– 1 lata de leite condensado;
– 1 litro de leite;
– 60 gramas de amido de milho (ou 3 colheres de sopa);
– 10 gramas de margarina sem sal (ou 1 colher de sopa);
– 1 pitada de sal;
– canela em pó para polvilhar.

Modo de Preparo
Despreze a água da conserva do milho, lave bem em água corrente e escorra. No liquidificador, bata o milho, o leite condensado e o leite. Coe e coloque em uma panela. Dissolva o amido de milho com um pouco de leite frio e misture na panela antes de ir ao fogo.

Acrescente a margarina, uma pitada de sal e vá mexendo em fogo médio até engrossar, aproximadamente durante 30 minutos. Coloque em copinhos ou refratário, polvilhe a canela em pó e leve para gelar até firmar. A receita rende 32 porções de 40 ml (copinhos de café) ou 16 porções de 80 ml (copinhos de sobremesa).

12/07
Cuidando da Alimentação

O atual estilo de vida da maioria das pessoas consiste em uma rotina intensa de atividades, necessitando de opções práticas para se alimentar. Alimentar-se bem tem sido uma preocupação constante na rotina das pessoas. Seja para obter um estilo de vida mais saudável, seja para perder peso, melhorar a saúde ou simplesmente satisfazer uma necessidade fisiológica, comer é sempre bom. Contudo, uma nutrição adequada consiste em algumas questões importantes: o que, quando, quanto e como consumir os alimentos. E em 12º lugar dos posts mais lidos temos algumas dicas de boa alimentação.

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No dia Mundial da Alimentação. Para celebrar a data, a nutricionista do Colégio Raízes, Paula Oseki, apresenta os benefícios da quinua, grãozinho cultivado nos Andes que é um dos alimentos mais completos do mundo, sendo comparado ao leite materno segundo suas características nutricionais.

“A quinua é uma excelente fonte de proteínas, possui carboidratos de baixo índice glicêmico, ômega 3 e 6 e é isento de glúten, sendo alternativa para celíacos (pessoas com intolerância às proteínas presentes no glúten)”, contou a nutricionista.

O grão também contém aminoácidos encontrados em alimentos de origem animal como carnes e ovos, que estão relacionados ao desenvolvimento da inteligência, à rapidez de reflexos e a funções como a memória e a aprendizagem, por isso são muito indicados para crianças, segundo a Academia Americana de Pediatria.

Porém, por não conter a vitamina B12, não pode ser considerada substituta das carnes, e sim um fantástico complemento para aqueles que necessitam de maior aporte de proteínas.

Para quem quer controlar o peso ou esportistas, uma boa notícia: esse grão contém baixo índice glicêmico e é rica em fibras (até mais que o arroz integral), mantendo a sensação de saciedade entre as refeições, melhorando o funcionamento do intestino e ajudando no controle do colesterol, glicemia e triglicérides.

Como consumir? Em flocos, grãos, farinha… “Nutricionalmente não há diferença, mas o grão não sofre processamento, preservando todos nutrientes de forma mais eficaz”, explicou a Paula.

Grãos: o ideal é deixar de molho por algumas horas e cozinhar em água já fervente, no fogo baixo, por 15 minutos. Fica mais saboroso se o sal for adicionado depois do cozimento. Pode ser misturado nas saladas, sopas, arroz e risotos ou servido com molhos. Cozido, dura até três dias na geladeira e pode ser congelado também;

Flocos: polvilhe em sopas, no iogurte, na salada de frutas e em vitaminas naturais;

Farinha: pode ser usada como os flocos ou servir como base para pães, biscoitos, macarrão, etc.

Está esperando o que para incorporar essa delícia no seu dia a dia?

16/12
Top 30 mais lidos: aproveitando cascas de frutas

Sabe a casca de banana que você joga fora? Ela pode ser transformada em alimento extremamente nutritivo.

Foi este o assunto do 22º texto mais lido da história dos blogs do Raízes.

Aproveitamento das cascas de frutas
(publicado originalmente em 23 de agosto de 2012)

Aproveitar os benefícios nutritivos das cascas das frutas significa menos desperdício na cozinha e uma alimentação mais saudável. A nutricionista do Raízes, Paula Oseki, contou que podemos consumir as cascas de várias maneiras e que elas possuem mais nutrientes do que imaginamos.

Uma pesquisa feita pela Universidade Estadual Paulista em parceria com o Sesi revelou que as cascas das frutas muitas vezes têm mais proteína, cálcio, vitaminas, nutrientes e fibras que as polpas das frutas.

Algumas cascas podem ser consumidas diretamente, como as da pêra, da maçã, da uva e da goiaba. Já as cascas das frutas não consumidas diretamente, como as da banana, da laranja, da manga, da melancia, do melão, do abacaxi e do mamão, podem ser aproveitadas em receitas de bolos, sucos, chás, geleias e doces.

Além de transformar a casca das frutas em alimentos saborosos e nutritivos, é possível usufruir dos benefícios das cascas transformando-as em farinhas, que também são ricas em proteínas, fibras e cálcio.

As farinhas das cascas das frutas são encontradas em lojas de produtos naturais e também podem ser feitas em casa. A Paula explicou que, para isso, basta despejar a casca da fruta escolhida em uma forma e levar ao forno por alguns minutos, até que ela fique desidratada.

Depois, é só esperar ela esfriar e bater no liquidificador. Em seguida, peneire e armazene em um recipiente de vidro bem tampado. O estoque de farinha deve ser renovado a cada mês. “Na próxima matéria no blog, vamos falar mais sobre as farinhas das cascas”.

A Paula contou também que, até o fim de agosto, os alunos vão experimentar um suco surpresa, que será oferecido no lanche do colégio. Humm, de qual sabor será, hein?

13/12
25º texto mais lido da história do blog

O 25º lugar no nosso Top30 mais lidos é para dar fome. O assunto foi uma contribuição do professor do ensino médio sobre como os alimentos chegam à mesa. Boa leitura!

Como os alimentos chegam em nossa mesa?
(publicado originalmente em 2 de março de 2015)

Você já pensou “de onde vêm os alimentos que comemos?”, “como eles chegam até aqui?”.

O professor Rafael, de história, nos mandou essa dica super legal sobre o assunto.

aliemntos

Alguns alimentos industrializados nos dão a informacão por meio dos rótulos. Mas, há muitos anos, não existia a industrialização e nossos antepassados precisavam plantar e caçar para se alimentar, além de consumir o que a natureza oferecia, como frutas, sementes e raízes.

À medida que o tempo foi passando, nossos antepassados viram que onde caía uma semente ou um fruto, nascia uma plantinha. A partir dali, eles observaram que poderiam plantar as sementes e um tempo depois colher os seus frutos.

Atualmente essa prática não é mais comum, e quem vive nas grandes cidades não sabe como os alimentos chegam aos supermercados e feiras. As verduras, legumes e frutas costumam ser cultivados longe de nossas casas em grandes plantações, cujo objetivo é produzir para vender. Assim como também acontece com carnes e grãos.

Para que esses alimentos cheguem efetivamente em nossas mesas, é preciso que a produção passe por carretos. Os caminhões que fazem o transporte costumam rodar o país inteiro, já que cada região do Brasil é forte na produção de um alimento.