Blog do Ensino Médio

Colégio Raízes

17/02
Kevin Setio passa em Engenharia Elétrica na Unesp

O aluno Kevin Ishigashi Setio, de 18 anos, é o exemplo de como a organização ajuda, e muito, na hora do vestibular.

Ele entrou no Raízes no segundo ano do ensino médio e contou para o blog que teve de correr atrás do “tempo perdido”.

“Quando cheguei ao Raízes, senti a diferença no ensino, pois o ritmo de estudos é forte, temos muito conteúdo para ver. Mas me organizei e contei com a ajuda dos professores para absorver todo esse conhecimento”.

O resultado do esforço e da dedicação de Kevin somados ao ensino do Raízes chegou essa semana. O estudante passou na Unesp em Engenharia Elétrica. “Também devo muito aos professores. A Vera, por exemplo, sempre dava dicas quando corrigia as redações e o professor Porto, nas aulas de atualidades, nos mostrava como interpretar o que está acontecendo”.

Feliz com o resultado na Unesp, Kevin também está na lista de espera da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no curso de Ciências da Computação. Olha só o que conversamos com ele:

Você fez um plano de estudos para o vestibular?
Logo nas primeiras semanas de aula no terceirão, todo mundo se conscientiza a respeito dos estudos e começa a levar a coisa a sério mesmo. O que eu não queria era relaxar com os estudos pouco tempo depois. Mas também não mudei muita coisa na minha rotina. Eu procurava prestar atenção nas aulas e depois dava uma estudada em casa.

O que você acha que fez a diferença no Raízes?
O material do COC é bem completo, temos muitos exercícios e livros de apoio. Mas eu também acredito que o resultado no vestibular depende mais do interesse do aluno. É preciso haver um interesse e dedicação. O bom é que os professores também conseguiam despertar esse interesse na gente. Eles são muito bons.

Com toda essa carga de estudos, você conseguiu controlar o nervosismo?
A pressão vem de todos os lados. No meu caso, a maior cobrança veio da minha parte mesmo, pois, se eu não passasse, não faria cursinho e dificilmente teria outra oportunidade de entrar numa universidade pública. E também foi complicado lidar com a expectativa das pessoas, porque é normal perguntarem como fomos no vestibular. Você se sente pressionado, mesmo sem a intenção dos outros de te pressionar. Mas, deu tudo certo no final, essa sensação de dever cumprido é muito boa.

Nesse sentido, você acredita que os simulados foram importantes também, para saber como controlar a ansiedade no dia da prova?
Sim, eles ajudaram bastante. Eu lembro que só fiquei nervoso em um dia de prova, pois tinha uma galera que começou a cantar e isso tirou minha concentração. A segunda fase é mais problemática, pois as questões são dissertativas, é preciso estar concentrado e controlar o tempo. Enfim, com os simulados, você aprende a utilizar o tempo de prova e também testa seus conhecimentos para saber o que precisa estudar mais.

Você tem alguma dica de estudo para quem vai prestar o vestibular esse ano?
Eu tenho três dicas, na verdade. A primeira é bem clichê, mas não menos importante: estudem para valer, prestem atenção nas aulas e nas informações que os professores dão. A segunda dica é pensar que, por mais que você saiba, sempre tem alguém que sabe mais do que você, ou seja, não dá para se acomodar quando o assunto é estudar para o vestibular. E, por último, praticar um esporte. A natação e as partidas de futebol me ajudaram a aliviar a tensão, a refrescar a cabeça.

Fotos do Bate-papo no Raízes

Hoje de manhã também rolou o primeiro Bate-Papo no Raízes, com o dentista Marcos de Oliveira Dias, nosso professor de jiu-jitsu na serra.

Além da galera do ensino médio, o pessoal do 9º ano também participou. Marcos apresentou cada uma das especialidades da Odontologia e onde o profissional pode trabalhar.

A palestra foi bacana para os alunos tirarem dúvidas não só sobre a profissão, mas também sobre problemas bucais. “Gostei muito de participar de mais essa iniciativa do Raízes. Na minha época, não tive essa orientação profissional, que é importante, e foi muito bom poder contribuir com essa galera”, contou Marcos.

Quer ver todas as fotos do evento? Então, é só clicar aqui e ir para a página do nosso Flickr.

16/02
Marcelo Honda vai para a Universidade Federal do Rio Grande

Nos próximos quatro anos, o aluno Marcelo Takeo Honda, de 17 anos, vai estudar as característica dos mares, oceanos e das zonas costeiras lá no Sul. Ele passou no curso de Oceanologia da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), uma das instituições mais procuradas por quem quer seguir a carreria de oceanógrafo.

Marcelo, que se formou na turma de 2011 do Raízes, estava certo sobre o que queria fazer desde o primeiro ano do ensino médio. Ligado às questões ambientais e com gosto pela Biologia, não foi difícil para ele fazer sua escolha. “Quero me especializar assim que terminar a faculdade. Essa é uma área da qual eu realmente gostei”.

O fato de ter de se mudar para um lugar tão longe preocupa, mas não muito. “Minha mãe me apoiou bastante, pois ela viu que eu queria ir para a Furg”. Marcelo também prestou vestibula para Ciências da Computação na Unicamp e Oceanografia na USP.

Por que Oceanologia?
Eu queria fazer algo relacionado à Biologia. Sempre gostei de animais e acompanho o trabalho desenvolvido pelo projeto Tamar, de proteção às tartarugas marinhas. Logo no início do ensino médio, comecei a pesquisar sobre cursos e o mercado de trabalho e me interessei pelos oceanos, não só porque tem tudo a ver com assuntos que eu já gostava, mas também por conta do pré-sal. É um curso com bastante procura no mercado.

Você deve ser o aluno que vai estudar no local mais distante. Ficar longe da família não te preocupa?
Isso é algo que pensei desde que me decidi pela carreira. O curso de Oceanologia da Furg é o mais antigo sobre o tema no país, por isso queria muito ir para lá. Na verdade, essa história de mudar para outro estado dá um certo nervosismo, mas a gente também aprende com a dificuldade.

Foi difícil de preparar para o vestibular?
Eu foquei bastante no Enem, porque a nota do exame seria usada para a classificação na Furg. O livro que o Raízes ofereceu sobre o Enem foi fundamental e fiz muitos exercícios das edições passadas da prova. Também me programei para poder identificar onde tinha dúvidas e pedir orientação com os professores.

Dos recursos que o Raízes oferece, o que você achou que te ajudou mais?
A revisão da matéria com os professores e o material didático. Quando entrei no Raízes, para cursar o ensino médio, senti muita diferença no ensino, que é bem mais forte e puxado. Os simulados também ajudaram bastante. Em 2010, eu fiz o Enem, mas não soube controlar o tempo de prova, foi meio corrido. Já no ano passado foi mais tranquilo, por conta dos simulados. Até os momentos de descontração, como na Gincoc, foram importantes. Nos aproximamos dos colegas, um ajuda o outro, enfim, o ambiente na escola é melhor para tudo.

E quando você muda para o Sul?
Não sei, ainda preciso encontrar um lugar para ficar. A princípio, devo ficar em um pensionato e depois vou tentar montar uma república. Estou ansioso, pois ainda não conheci a faculdade, só dei uma pesquisada na internet. Vou sentir muita falta de todos, da escola e de casa, mas volto no fim do ano para passar as festas.

Bate-Papo no Raízes com o dentista Marcos de Oliveira Dias

Quando não está nos tatames orientando atletas do jiu-jitsu ou nossos alunos da serra, o professor Marcos de Oliveira Dias se dedica à Odontologia.

E é sobre essa área profissional que ele vai falar na primeira edição do Bate-Papo no Raízes, que rola na sexta (17).

Formado em 1997 na Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), Marcos é especialista em Radiologia pela Universidade Camilo Castelo Branco (Unicastelo) e em Odontogeriatria pela Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas (APCD), além de ser mestre em Cirurgia de Cabeça e Pescoço pela USP.

O dentista vai poder dar uma visão bem ampla da profissão, já que também lecionou diversas disciplinas na UMC, no Instituto da Face em Mogi das Cruzes e na APCD de São Bernardo do Campo.

O que vai rolar no Bate-Papo no Raízes?
Vou fazer um apanhado geral da profissão para que os alunos possam conhecer melhor a carreira de dentista e as áreas que eles podem seguir dentro da profissão. Pretendo dar uma visão bem ampla do tema, falando desde o significado da palavra odontologia até o que cada especialidade faz.

Por que você escolheu a Odontologia?
Eu sempre quis ser dentista, desde criança. Mas, independentemente de já ter ou não uma ideia do que fazer, essa orientação profissional é muito importante, não só em relação à Odontologia, mas a todas as profissões. Os alunos do ensino médio estão entrando numa fase cheia de decisões importantes e, às vezes, difíceis. Optar por uma carreira fica mais fácil quando conhecemos cada uma delas.

E a sua rotina profissional?
Tenho um consultório, mas também presto serviços em outros lugares. Atualmente, me dedico à cirurgias e implantes dentários. Também fiquei por muito tempo na clínica geral.

Qual a área mais requisitada atualmente?
A implantodontia, tanto a estética, para quem quer ter um sorriso bonito, quanto a funcional, focada na reabilitação da forma e da função dos dentes.

Para quem já pensa em ser dentista, você tem alguma dica?
Informar-se cada vez mais sobre a profissão e os cursos, pesquisar faculdades, para ter uma base sólida de conhecimento e também para ter certeza dessa escolha.

15/02
Evelise de Melo vai estudar Letras na USP

Ficar em dúvida sobre qual carreira seguir em ano de vestibular é normal, afinal, essa é uma decisão importante, que vai definir os rumos que vamos traçar ao longo da vida. Mas a nossa aluna Evelise Rabassa de Melo, de 17 anos, já estava certa do que fazer antes mesmo de ir para o ensino médio.

Ela vai cursar Letras, na USP, graças ao interesse por inglês e por dar aulas. “Estou ansiosa para que as aulas comecem logo”. Ansiosa ela também ficou na última semana que passou, ao esperar a lista de aprovados em segunda chamada sair.

Na classificação de seu curso, Evelise ficou em 889º lugar. Faltavam 40 posições para que ela conquistasse uma vaga. “Tentei não pensar muito nisso para não aumentar ainda mais o nervosismo”. Na primeira fase, a estudante disputou uma vaga com 3.303 candidatos e, na segunda, com 2.163. “Foi um bom resultado”, avaliou. E foi mesmo!

Evelise também prestou vestibular para Letras na Unesp, onde ficou na lista de espera, e na Unicamp. Olha só o papo que batemos com ela:

Por que você escolheu Letras?
Sempre gostei de inglês e tive contato com a língua desde cedo. Também me interessei por dar aulas, tanto que já fui professora do Kumon. Então, foi relativamente fácil escolher uma carreira. Já estava certa sobre minha escolha antes mesmo de ir para o ensino médio.

Você pretende se mudar para São Paulo para ficar perto da Cidade Universitária?
No primeiro semestre do ano, vou ficar em Mogi. Não descarto a possibilidade de me mudar, mas só vou decidir isso daqui seis meses.

Como você se preparou para o vestibular?
Aumentei o ritmo de estudos em casa e prestei atenção nas dicas que os professores davam em sala de aula. As aulas de revisão foram muito boas. Assim como a Carol, eu também lembrei da explicação do professor Varli, de química, sobre as pilhas.

Qual sua avaliação a respeito do ensino no Raízes?
Comecei a estudar no Raízes no ensino médio. Quando cheguei, senti a diferença. Os estudos são puxados, não estava acostumada com o material. Mas, depois que a gente entra no ritmo. Os simulados também ajudaram muito.

O que você espera da universidade e o que pretende fazer depois desses quatro anos de estudos?
Estou ansiosa para as aulas começarem logo, para sentir como será o curso, ver o que rola. Depois que terminar a faculdade, pretendo começar logo a dar aulas. Ou então a me dedicar a outras línguas.

Qual dica você dá para quem vai fazer vestibular esse ano?
Pegar firme nos estudos. O que me ajudou bastante foi pesquisar as provas de outros anos. Dependendo da matéria, algumas questões são parecidas, por isso é bom estudar pelos vestibulares passados.

Números do Facebook no Brasil

Vocês sabiam que, a cada 20 minutos, quase 2 milhões de pedidos de amizade são aceitos e mais de 10 milhões de comentários são feitos no Facebook? E que, em 2011, o número de usuários brasileiros na rede social cresceu 298%?

Esses números só mostram o quanto o site está crescendo. Isso porque, por meio do Facebook, podemos nos expressar, publicar fotos e vídeos, compartilhar preferências, encontrar amigos, passar o tempo com jogos online e curtir páginas de marcas, bandas e assuntos que mais gostamos – inclusive do Raízes.

Quem assistiu ao filme “A Rede Social”, de 2010, já sabe como tudo começou. Mark Zuckerberg criou o Facebook em 2004, quando ainda era estudante em Harvard, com a ajuda e o financiamento do amigo brasileiro Eduardo Saverin.

A rede foi crescendo e Zuckerberg travou batalhas judiciais por direitos autorais e controle acionário da empresa, que não deram em nada graças a acordos extrajudiciais. Em 2011, o Facebook faturou U$ 4.27 bilhões, contra US$ 2 bilhões em 2010.

No início de fevereiro, o escritório do Facebook no Brasil divulgou um infográfico com alguns dados sobre o site de relacionamentos no país. Olha só!

Mas, apesar de os números indicarem que a participação dos brasileiros é intensa no Facebook, os australianos ganham de nós, pois ficam mais tempo navegando no site do que qualquer outro povo – mais de 7 horas/mês em média.

14/02
Mais aprovados na USP e na Furg

Mais quatro alunos da turma de 2011 do Raízes conquistaram bons resultados no vestibular hoje, após a divulgação da lista de aprovados em segunda chamada das principais universidades do país.

Três deles passaram na Universidade de São Paulo (USP): a Evelise Rabassa de Melo, que vai fazer Letras na Cidade Universitária, e a Bruna Alves de Morais e a Juliana Yurie Kotake, que vão estudar Engenharia de Alimentos em Pirassununga, interior de São Paulo.

Já o aluno Marcelo Takeo Honda vai para o Sul, estudar Oceanologia na Universidade Federal do Rio Grande (Furg). O curso da Furg é o mais antigo curso sobre oceanografia do país e um dos mais concorridos.

Estamos muito felizes com os resultados e desejamos a essa galera muito sucesso nessa nova etapa! Durante a semana, vamos conversar com cada um deles para saber como foi a preparação para o vestibular. Fiquem de olho no blog!

Do Raízes para a USP

Nos últimos nove anos, pudemos acompanhar e participar de muitas conquistas do aluno Felipe Cardoso Garcia, de 17 anos, que esteve conosco da pré-escola ao terceirão.

Sua última conquista – depois do título de artilheiro do Interclasse 2011 – foi ter ingressado no curso de Marketing da Universidade de São Paulo, uma das melhores instituições de ensino superior do país.

Ele passou em 34º lugar, disputando vaga com 1.209 candidatos na primeira fase da Fuvest e 307, na segunda.

Felipe também prestou vestibular em Publicidade na ESPM e na Cásper Líbero e Educação Física na Unesp. De cabeça raspada do trote, ele contou ao blog que, apesar da ansiedade para começar as aulas, acredita que os próximos quatro anos de estudos serão tranquilos, afinal, já está por dentro das matérias que vai cursar e das possibilidades que virão.

“Agora, a pegada é outra. Temos de entrar logo no ritmo de estudos para não perder tempo”, contou o artilheiro. Felipe também falou sobre sua preparação para o vestibular e a importância de ter estudado no Raízes para a sua formação.

Com bons resultados em duas instituições de ensino superior, por que você acabou optando por Marketing na USP?
No início do ano passado, me envolvi com um trabalho de divulgação e gostei muito. Por isso, pensei em Publicidade. Depois que os resultados do vestibular saíram, resolvi cursar Marketing, pois depois posso me especializar, fazer uma pós-graduação. Também posso fazer um curso técnico e já ter contato com disciplinas mais específicas, já que, ainda terei de passar pelo ciclo básico na universidade.

O curso de Marketing fica na USP-Leste, perto da região. Você vai continuar morando em Mogi?
Por enquanto, sim. Mas a ideia é me mudar para São Paulo assim que conseguir um estágio, daqui uns dois anos, depois que eu completar o ciclo básico do curso. Alguns amigos também estão pensando em morar na capital, como o Eric (Inui). Talvez a gente monte uma república.

Você estudou no Raízes desde que iniciou os estudos. Qual a avaliação que você faz da escola em relação à sua formação?
Entrei no Raízes na pré-escola. Minha formação básica foi ótima, lembro dos projetos da Unesco que rolavam na escola quando estudava no ensino fundamental e do material didático. Tudo foi muito importante para essa última etapa, do vestibular. Não tive dificuldades em matérias chave para área que eu escolhi, como Português, pois recebi uma base muito boa dos professores. No terceirão, já tinha conhecimento de muita coisa em História, por exemplo, não só por conta do professor Rafael, mas também pelas aulas do professor Porto na 8ª série (atual 9º ano).

Especificamente sobre a preparação para o vestibular, o que o Raízes oferece que você considera que te ajudou?
Eu peguei firme para estudar em casa no terceiro ano, só com o material didático oferecido pelo COC, que é show, tão bom quanto os que são oferecidos por cursinhos que pesquisei. Como o terceirão é dedicado apenas para a revisão de conteúdo, fica mais fácil focarmos no vestibular. E os simulados exigem muito do aluno, o que é bom, para elevar o nível de conhecimento da galera. Para você ter uma ideia, o simulado do Enem do COC foi mais puxado do que o próprio Enem. Os professores também se preocupam em nos preparar para o vestibular, tanto que, um dos exercícios que a professora Tida (de Biologia) deu no ano passado caiu numa das provas que eu fiz. Ou seja, se o aluno for disciplinado e souber estudar, nem precisa fazer cursinho.

13/02
Nádia Ribeiro vai cursar Engenharia na Unicamp

Muito estudo e dedicação. Foi assim que Nádia Vieira Ribeiro, de 17 anos, conseguiu realizar o sonho de entrar na Unicamp.

Aluna da turma de 2011 do Raízes, ela contou para o blog que a ideia de estudar em Campinas surgiu graças ao irmão, Jáder, de 22.

Ele, que também estudou no Raízes, cursa Engenharia Química na Unicamp.

Nádia matriculou-se em Engenharia Agrícola, mas pretende se transferir para a área de Controle de Automação. “Esse curso é mais concorrido, mas já posso escolher as disciplinas que também estão na grade do curso que eu quero fazer. O importante é que já está tudo encaminhado”.

Nádia é boa de planejamento, tanto que seguiu um plano de estudos durante o terceirão, mas confessou que também foi difícil administrar o nervosismo com a aproximação do vestibular. Ela também falou sobre a importância do Raízes na sua formação. Dá uma olhada:

Como você se preparou para o vestibular?
Não consegui estudar muito nos dois primeiros anos do ensino médio, pois fazia ballet, tinha outras atividades. Como queria muito estudar na Unicamp, pois meu irmão estuda lá, passei a me dedicar só aos estudos no terceirão. Prestava atenção nas aulas, fazia as minhas anotações, lia os livros indicados. Se não fosse assim, ficaria complicado para passar.

O que você considera como diferencial no Raízes para o resultado que você conquistou?
São duas coisas que se complementam: a explicação dos professores e o material didático. Eu conheci outros materiais, pois meu irmão fez cursinho, e pude constatar que o do COC é muito mais completo. Isso mais a maneira como os professores explicavam a matéria facilitava na hora de estudar em casa. Quando pegava o livro, já tinha tudo na cabeça.

O que foi mais difícil superar para passar?
A minha própria pressão. Meus pais me deram muito apoio, sempre me lembrando que era importante manter a tranquilidade, principalmente no dia da prova. Mas eu fiquei ansiosa. Na noite anterior à prova da segunda fase, fui dormir às 6h30, de tanto nervosismo.

E os planos para Campinas?
Já fiz minha matrícula e acertei minha estadia. Estou super animada, mas também um pouco baqueada, pois não vou mais morar com meus pais e muitos amigos não vão poder me acompanhar. Acho que a ficha não caiu ainda.

Qual dica você dá para quem vai fazer o vestibular esse ano?
Pegar firme nos estudos, traçar metas. Eu só consegui porque me organizei, entrei em um ritmo de estudo e fui assim até o fim. Determinação durante o ano todo e tranquilidade no dia da prova.