O aluno Kevin Ishigashi Setio, de 18 anos, é o exemplo de como a organização ajuda, e muito, na hora do vestibular.
Ele entrou no Raízes no segundo ano do ensino médio e contou para o blog que teve de correr atrás do “tempo perdido”.
“Quando cheguei ao Raízes, senti a diferença no ensino, pois o ritmo de estudos é forte, temos muito conteúdo para ver. Mas me organizei e contei com a ajuda dos professores para absorver todo esse conhecimento”.
O resultado do esforço e da dedicação de Kevin somados ao ensino do Raízes chegou essa semana. O estudante passou na Unesp em Engenharia Elétrica. “Também devo muito aos professores. A Vera, por exemplo, sempre dava dicas quando corrigia as redações e o professor Porto, nas aulas de atualidades, nos mostrava como interpretar o que está acontecendo”.
Feliz com o resultado na Unesp, Kevin também está na lista de espera da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no curso de Ciências da Computação. Olha só o que conversamos com ele:
Você fez um plano de estudos para o vestibular?
Logo nas primeiras semanas de aula no terceirão, todo mundo se conscientiza a respeito dos estudos e começa a levar a coisa a sério mesmo. O que eu não queria era relaxar com os estudos pouco tempo depois. Mas também não mudei muita coisa na minha rotina. Eu procurava prestar atenção nas aulas e depois dava uma estudada em casa.
O que você acha que fez a diferença no Raízes?
O material do COC é bem completo, temos muitos exercícios e livros de apoio. Mas eu também acredito que o resultado no vestibular depende mais do interesse do aluno. É preciso haver um interesse e dedicação. O bom é que os professores também conseguiam despertar esse interesse na gente. Eles são muito bons.
Com toda essa carga de estudos, você conseguiu controlar o nervosismo?
A pressão vem de todos os lados. No meu caso, a maior cobrança veio da minha parte mesmo, pois, se eu não passasse, não faria cursinho e dificilmente teria outra oportunidade de entrar numa universidade pública. E também foi complicado lidar com a expectativa das pessoas, porque é normal perguntarem como fomos no vestibular. Você se sente pressionado, mesmo sem a intenção dos outros de te pressionar. Mas, deu tudo certo no final, essa sensação de dever cumprido é muito boa.
Nesse sentido, você acredita que os simulados foram importantes também, para saber como controlar a ansiedade no dia da prova?
Sim, eles ajudaram bastante. Eu lembro que só fiquei nervoso em um dia de prova, pois tinha uma galera que começou a cantar e isso tirou minha concentração. A segunda fase é mais problemática, pois as questões são dissertativas, é preciso estar concentrado e controlar o tempo. Enfim, com os simulados, você aprende a utilizar o tempo de prova e também testa seus conhecimentos para saber o que precisa estudar mais.
Você tem alguma dica de estudo para quem vai prestar o vestibular esse ano?
Eu tenho três dicas, na verdade. A primeira é bem clichê, mas não menos importante: estudem para valer, prestem atenção nas aulas e nas informações que os professores dão. A segunda dica é pensar que, por mais que você saiba, sempre tem alguém que sabe mais do que você, ou seja, não dá para se acomodar quando o assunto é estudar para o vestibular. E, por último, praticar um esporte. A natação e as partidas de futebol me ajudaram a aliviar a tensão, a refrescar a cabeça.











