06/07
Aprimorando o vocabulário na Língua Inglesa

As férias estão aí e nada como assistir um bom filme e aproveitar para aprimorar o vocabulário na língua inglesa, então aqui vão duas dicas de filmes bem legais que podem ajudar.

Dr-Seuss-How-The-Grinch-Stole-Christmas-Gallery-1O Grinch (The Grinch) 

Grinch (Jim Carrey) é um ser mal-humorado e que odeia o Natal, então resolve “roubar” a celebração dos moradores. Com linguagem quase infantil, o inglês do filme é bem pronunciado e de fácil compreensão para aqueles que não estão familiarizados em assistir filmes legendados.

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10 Coisas que Eu Odeio em Você (10 Things I Hate About You)

Para quebrar o clima natalino e de fantasia, o filme indicado é esse romance juvenil que conta com a ranzinza Katharina (Julia Stiles) que acaba se envolvendo com Patrick (Heath Ledger), em uma trama bem pensada desde o início para ele conquistá-la.

Para quem está no inglês intermediário, o filme pode ser entendido mesmo sem legenda. Será fácil de entender a lista dos 10 itens que Katharina odeia em Patrick. Além disso o livro tem uma ligação com a renomada obra.

01/02
4º Lugar- A química por trás do filme “O óleo de Lorenzo”

Em 4º Lugar podemos conferir uma super dica de um filme e relacionar com as aulas de química.Além do aprendizado vamos nos emocionar com essa linda história.

oleo de lorenzoHá casos da ciência que são tão interessantes que acabam virando filme. É o caso da história dos italianos Augusto e Michaela Odone, que desenvolveram uma mistura dos ácidos oléico e erúcico para tratar a adrenoleucodistrofia (ALD), doença que atingiu o filho do casal, Lorenzo Odone.

A ALD é uma doença que afeta o sistema nervoso e provoca a perda de mielina. Sem esta substância, o doente para de se mover, ouvir, falar e respirar. Lorenzo foi diagnosticado aos 5 anos e os médicos informaram os pais que ele viveria no máximo por mais três anos.

No entanto, o casal correu atrás de informações e acabou por desenvolver o óleo que proporcionou ao filho viver até os 30 anos. A história toda vocês podem conhecer assistindo ao filme “O Óleo de Lorenzo”, indicação muito bacana do professor.

Além de contar uma história real muito bonita, o filme mostra como ocorre o processo de pesquisa científica, explica como ocorre a doença, seu processo bioquímico e como os pais chegaram até a substância.

26/01
7º Lugar- As metáforas do filme “O carteiro e o Poeta”

Em 7º Lugar, vamos rever uma super indicação de filme, o contexto histórico e suas metáforas.

O Carteiro E O Poeta - outraSabe quando tiramos uma palavra do seu contexto para explicar o sentido de alguma outra coisa? Isso é uma metáfora. Por exemplo: “O furacão rugia, expressando sua fúria”. De fato, furacão não fala, mas pode ser tão furioso como um animal, certo?

A metáfora é uma das mais famosas figuras de linguagem e é muito utilizada na literatura, tanto na prosa quando na poesia. A professora deu um exemplo muito bacana disso na arte e indicou um trecho do filme “O Carteiro e o Poeta”. Vamos ver?

O filme mostra a relação de amizade entre o poeta chileno Pablo Neruda e um carteiro italiano. É muito bonito e vale a pena ser assistido!

26/07
6º lugar-A química por trás do filme” O óleo de Lorenzo”

Vamos conferir em 7º lugar dos textos mais lidos a relação entre a química e o amor entre uma família, que desenvolvem uma fórmula para salvar a vida do filho.

( Texto originalmente publicado em 06/05/2014- A química por trás do filme “O óleo de Lorenzo”)

oleo de lorenzo

Há casos da ciência que são tão interessantes que acabam virando filme. É o caso da história dos italianos Augusto e Michaela Odone, que desenvolveram uma mistura dos ácidos oleico e erúcico para tratar a adrenoleucodistrofia (ALD), doença que atingiu o filho do casal, Lorenzo Odone.

A ALD é uma doença que afeta o sistema nervoso e provoca a perda de mielina. Sem esta substância, o doente para de se mover, ouvir, falar e respirar. Lorenzo foi diagnosticado aos 5 anos e os médicos informaram os pais que ele viveria no máximo por mais três anos.

No entanto, o casal correu atrás de informações e acabou por desenvolver o óleo que proporcionou ao filho viver até os 30 anos. A história toda vocês podem conhecer assistindo ao filme “O Óleo de Lorenzo”, indicação muito bacana do professor Junior.

Além de contar uma história real muito bonita, o filme mostra como ocorre o processo de pesquisa científica, explica como ocorre a doença, seu processo bioquímico e como os pais chegaram até a substância.

24/07
Metáforas do filme “O carteiro e o poeta”- 7º lugar dos textos mais lidos

Vamos conferir em 7º lugar dos textos mais lidos uma reflexão sobre as relações de amizade estabelecidas entre as pessoas.

(Texto originalmente publicado em 02/07/2014-As metáforas do filme “O carteiro e o poeta”)

Sabe quando tiramos uma palavra do seu contexto para explicar o sentido de alguma outra coisa? Isso é uma metáfora. Por exemplo: “O furacão rugia, expressando sua fúria”. De fato, furacão não fala, mas pode ser tão furioso como um animal, certo?

O Carteiro E O Poeta - outraA metáfora é uma das mais famosas figuras de linguagem e é muito utilizada na literatura, tanto na prosa quando na poesia. A professora Vera deu um exemplo muito bacana disso na arte .

O filme mostra a relação de amizade entre o poeta chileno Pablo Neruda e um carteiro italiano. É muito bonito e vale a pena ser assistido!

12/08
Filmes ajudam a estudar espanhol

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O professor Roberto Carlos, de espanhol, indicou dois filmes muito interessantes para ajudar na fixação do idioma.

Para as turmas do 1° e 2° ano, ele sugeriu a comédia Cantinfla, cuja história é sobre o maior comediante mexicano de todos os tempos.

Já para os terceirões, a dica é o longa La Dictadura Perfecta, que mostra uma versão de como o cinema percebe a nossa realidade.

Vale a pena conhecer.

Para assistir aos filmes clique aqui e aqui

06/06
Robocop (2014)

Para fechar a semana, a dica desta sexta-feira (6) é do professor Fabio. Ele escreveu uma resenha bem bacana sobre a refilmagem de Robocop, do brasileiro José Padilha, que conta com um excelente conteúdo sociopolítico. Se liga!

Robocop (2014)

Mais uma refilmagem de um clássico. Uma mania muito presente entre os produtores dos grandes estúdios que, em vez de incentivar novas ideias, tentam pegar carona em sucessos de épocas porque não querem se arriscar com projetos novos.

Apesar de inovação não ser garantia de lucro, quase sempre os remakes resultam em fracassos, pois os produtores exigem que a versão nova tenha referências do original sem o cuidado com a contextualização ou a atenção devida ao público novo.

O Robocop de José Padilha, no entanto, não deixa nada a desejar em relação à sua inspiração de 1987, do diretor Paul Verhoever, apesar de não ter o psicodelismo e a violência que marcou a produção. Vejamos.

O filme de 1987 teve um grande impacto por ter retratado muito bem a tensão da Guerra Fria sob uma ótica diferente: os efeitos da Ordem Bipolar dentro dos EUA com suas neuroses e caçada por um inimigo criado pelo próprio governo estadunidense.

No filme de 2014, Padilha deu enfoque na necessidade da potência imperialista em manter sua hegemonia no exterior, representada pela tecnologia de ocupação (os drones) em países “inimigos” do Oriente Médio, ao mesmo tempo que o governo norte americano alimenta o medo do “inimigo” estar também dentro da nação.

O diretor brazuca soube fazer um bom remake, pois agradou gregos e troianos: colocou as referências ao original de 1987, gastou pouco com a produção, deu o retorno esperado tanto de crítica quanto em bilheteria e contextualizou a história de forma eficiente.

Ele usou os moldes do seu sucesso internacional (Tropa de Elite 1 e 2) para contar a história do policial que é transformado num ciborgue para promover a força norte americana tanto dentro quanto fora do país. Desta forma, o policial Alex Murphy (Joel Kinnaman) se aproxima de Roberto Nascimento (Wagner Moura).

Ambos são desumanizados pelas circunstâncias e lutam para se reconstruírem, ao mesmo tempo em que tentam identificar qual é o real inimigo: o crime organizado ou o governo que os criaram.

Outro aspecto presente tanto no filme de Vanhoever quanto no de Padilha é a força da mídia. Seja no noticiário tendencioso (Robocop de 1987) ou num apresentador reacionário e histérico (Robocop de 2014) que conduzem a opinião púbica em aprovar ou rejeitar o herói.

Mas original é sempre original. Há uma característica no filme de Verhoever que não foi igualada ou superada. Sua abordagem foi quase uma premonição porque mostrou a associação entre governo e megaempresas. O filme é de 1987, numa época em que só se falava em multinacionais e mostra como o Estado (personificado pela polícia de Detroit) estava à mercê dos interesses empresariais, algo só evidente em tempos atuais.

Antes que me julguem um velho saudosista que só gosta dos clássicos (pois é verdade!), devo concluir que José Padilha conseguiu fazer um bom filme brasileiro usando um grande orçamento (para os nossos padrões de produção), não deturpou o clássico ao adaptá-lo para os dias atuais, não se sujeitou às condições dos executivos dos estúdios, abriu novas possibilidades para outros projetos e, mesmo tendo os que torceram o nariz, seu filme passou o recado e agradou.

Bom filme!